Ataque de pit bull em Guaratinguetá deixa idosa ferida e shih-tzu em tratamento

Ataque de pit bull em Guaratinguetá deixou uma mulher com ferimento profundo na mão esquerda e um cachorro shih-tzu machucado após o animal entrar na garagem de uma casa na Rua Imperatriz Leopoldina, no bairro Nova Guará, às 17h15 do dia 21 de maio. O caso foi registrado pela Polícia Civil como omissão de cautela na guarda de animal e lesão corporal. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP

O boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia Seccional de Guaratinguetá. A vítima tem 66 anos. A tutora do pit bull é uma jovem, de 20 anos.

Segundo o registro policial, o pit bull é branco e bege e pertence à vizinha da vítima. A ocorrência foi comunicada à Polícia Civil no dia 26 de maio, cinco dias após o ataque.

Ataque de pit bull em Guaratinguetá aconteceu dentro da garagem da vítima

De acordo com o BO, a idosa saía de casa para passear com seu cachorro da raça shih-tzu, como fazia de costume, quando abriu o portão da residência.

Nesse momento, o pit bull entrou na garagem e atacou o pet. A vítima tentou segurar o animal para impedir que ele matasse o shih-tzu e acabou mordida na mão esquerda.

O boletim descreve que a mordida feriu profundamente a mão da tutora.

Marido jogou água para o pit bull soltar a mão da vítima

O marido da idosa estava na residência e precisou intervir para interromper o ataque. Segundo o BO, ele jogou água no pit bull para que o animal soltasse a mão da vítima e deixasse o local.

O shih-tzu também ficou ferido durante o ataque. A vítima informou à polícia que o pet recebeu atendimento veterinário e estava fora de perigo.

Vítima diz que pit bull costumava ficar solto na rua

No boletim, a idosa relatou que o pit bull costumava ficar solto na rua, em frente à residência da Rua Imperatriz Leopoldina, ao lado da casa dela.

Para a vítima, essa situação representava omissão de cautela na guarda do animal. A Polícia Civil registrou a ocorrência com essa natureza, prevista no artigo 31 da Lei das Contravenções Penais.

O caso também foi registrado como lesão corporal, prevista no artigo 129 do Código Penal.

Polícia requisitou exame de corpo de delito

A autoridade policial requisitou exame de corpo de delito para a vítima. A idosa também foi orientada a procurar o 2º Distrito Policial de Guaratinguetá caso deseje representar criminalmente contra a tutora do animal.

O BO informa ainda que a vítima foi cientificada sobre o prazo decadencial de seis meses para eventual representação criminal.

Ocorrência será remetida a outra unidade policial

A solução registrada no boletim foi “remeter para outra unidade policial”. Isso significa que o caso deve seguir para a delegacia responsável pela área onde ocorreu o ataque.

A apuração pode considerar o relato da vítima, laudo médico, documentos veterinários do shih-tzu, eventuais testemunhas e histórico de presença do animal solto na via.

Ataques de cães no Vale do Paraíba reacendem alerta

O caso em Guaratinguetá se soma a outros registros recentes de ataques de cães na região. O Vale 360 News já mostrou ocorrência em que uma criança ficou internada após ataque de cachorro em Piquete.

O portal também publicou o caso de pit bull que escapou de casa em Caraguatatuba, matou um shih-tzu e feriu um casal, além de registros em São José dos Campos e Taubaté.

Responsabilidade de tutores de animais

Tutores devem manter cães em local seguro, com portões, muros e mecanismos que impeçam fuga ou circulação sem controle em via pública.

Em áreas externas, a condução deve respeitar medidas de segurança, como coleira, guia e, quando necessário, focinheira. A falta de cautela pode gerar responsabilização quando o animal causa ferimentos em pessoas ou outros pets.

O que fazer após ataque de cachorro

Em caso de mordida, a vítima deve procurar atendimento médico, registrar boletim de ocorrência e guardar documentos sobre o atendimento, como laudos, receitas, fotos dos ferimentos e comprovantes de gastos.

Quando outro animal também é ferido, recibos e relatórios veterinários podem ajudar na apuração e em eventual pedido de reparação.

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Foto: Google Maps

Perguntas frequentes

Onde aconteceu o ataque de pit bull em Guaratinguetá?

O ataque aconteceu na Rua Imperatriz Leopoldina, no bairro Nova Guará, em Guaratinguetá.

Quando ocorreu o ataque?

O caso aconteceu às 17h15 de 21 de maio de 2026.

Quem ficou ferido?

A vítima, de 66 anos, ficou com ferimento profundo na mão esquerda.

O shih-tzu morreu?

Não. Segundo o BO, o shih-tzu ficou ferido, recebeu tratamento veterinário e estava fora de perigo.

Como o pit bull entrou na casa?

Segundo o relato da vítima no boletim, o pit bull entrou na garagem quando ela abriu o portão para sair com seu shih-tzu.

Como o ataque foi interrompido?

O marido da vítima jogou água no pit bull para que o animal soltasse a mão dela e deixasse o local.

Como o caso foi registrado pela Polícia Civil?

A ocorrência foi registrada como omissão de cautela na guarda ou condução de animal e lesão corporal.

A vítima precisa representar criminalmente?

O BO informa que a vítima foi orientada a comparecer ao 2º Distrito Policial caso deseje representar criminalmente contra a autora indicada no registro.

Qual é o prazo para representação?

Segundo o boletim, a vítima foi orientada sobre o prazo decadencial de seis meses para oferecer representação criminal.

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Jesse Nascimento
Jesse Nascimento

Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.