A Polícia Civil prendeu temporariamente a patroa de Berenice Ramos de Aguiar, de 60 anos, durante o cumprimento de mandados em Ubatuba, nesta sexta-feira (10/07). O boletim de ocorrência sobre a ação registra a apreensão de dois carros, armas, aparelhos celulares e um passaporte. Um homem também passou a constar como investigado após o documento relatar que um celular foi descartado em uma área de mata. O corpo da cozinheira ainda não foi localizado. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
Como foi a prisão da patroa de Berenice em Ubatuba?
A prisão ocorreu durante a Operação Último Rastro, conduzida pela Delegacia de Investigações Gerais de São Sebastião. A ação mobilizou 14 policiais civis e cinco viaturas para o cumprimento de um mandado de prisão temporária e das ordens de busca e apreensão autorizadas pela Justiça.
As equipes foram ao endereço relacionado à principal investigada e cumpriram a ordem judicial. A mulher foi localizada no imóvel, recebeu ciência do mandado e ficou sob custódia da Polícia Civil. Depois, os agentes iniciaram as buscas no local, nos veículos e nas áreas próximas.
O mandado teve como base os elementos reunidos desde o desaparecimento de Berenice, vista pela última vez em 30 de junho. A Polícia Civil passou a considerar a hipótese de homicídio após depoimentos, diligências e análise dos últimos passos da cozinheira.
O Vale 360 News já havia publicado a prisão da patroa suspeita no caso da cozinheira desaparecida em Ubatuba. O novo boletim apresenta detalhes sobre os bens apreendidos e sobre a presença de outro investigado na ocorrência.
A prisão da mulher tem caráter temporário. A medida não representa condenação e serve para garantir a continuidade das diligências durante uma fase decisiva do inquérito.
O que aconteceu com o homem que aparece como investigado?
O boletim de ocorrência inclui um homem na condição de investigado. O documento não o apresenta como preso, mas registra um fato que chamou a atenção dos policiais durante o cumprimento dos mandados.
De acordo com o registro, um aparelho celular foi descartado em uma área de mata. O episódio passou a fazer parte da investigação e será analisado em conjunto com os demais elementos recolhidos durante a operação.
A polícia deverá esclarecer a quem pertencia o telefone, por qual motivo o aparelho foi lançado na mata e se houve intenção de impedir o acesso ao conteúdo armazenado. Também será necessário verificar se o celular possui chamadas, mensagens, fotografias, vídeos ou registros de localização relacionados ao desaparecimento de Berenice.
O fato de o homem aparecer como investigado não significa que exista culpa definida. A responsabilidade de cada pessoa depende da conclusão do inquérito, dos laudos periciais e da análise do Poder Judiciário.
O homem foi preso durante a operação?
Não consta no boletim apresentado à reportagem que o homem tenha recebido ordem de prisão. Ele aparece no documento como investigado, enquanto a patroa de Berenice teve a prisão temporária cumprida.
A diferença é importante. Uma pessoa investigada integra a apuração porque a polícia considera necessário esclarecer sua conduta ou sua possível participação nos fatos. A prisão exige uma ordem judicial específica ou uma situação de flagrante.
Por que o celular descartado na mata tem importância?
O descarte de um celular durante uma operação policial pode ter relevância porque o aparelho reúne informações capazes de esclarecer contatos e deslocamentos. A polícia precisa preservar o equipamento e submeter o conteúdo a uma análise técnica, conforme a autorização judicial.
Os investigadores podem comparar o horário das mensagens, das chamadas e das localizações com os relatos prestados pelas pessoas envolvidas. Também podem verificar se houve exclusão de arquivos ou tentativa de apagar dados antes da apreensão.
O boletim, por si só, não permite concluir por qual motivo o telefone foi descartado. O aparelho não foi encontrado, apesar das buscas realizadas no local. Essa resposta depende da perícia e do confronto entre o conteúdo do aparelho e as demais provas do caso.
As atualizações do Vale 360 News também podem ser acompanhadas na página de notícias de Ubatuba.
Quais carros foram apreendidos durante a prisão?
O boletim registra a apreensão de dois carros durante o cumprimento das ordens judiciais. Os veículos ficaram à disposição da Polícia Civil e podem passar por exames periciais.
A apreensão de dois automóveis amplia o trabalho dos investigadores. A polícia precisa verificar qual veículo teve relação com o último deslocamento conhecido de Berenice e qual era o uso do segundo carro no período do desaparecimento.
O registro inicial do caso informa que Berenice teria recebido uma carona da proprietária da pousada onde trabalhava. Por esse motivo, a identificação do carro utilizado e a reconstrução do trajeto representam pontos centrais do inquérito.
A perícia pode procurar vestígios biológicos, fios de cabelo, fibras, impressões, objetos pessoais e sinais de alteração ou limpeza. Bancos, tapetes, porta-malas, maçanetas e outras áreas internas também podem passar por exames.
Os investigadores ainda podem buscar imagens de câmeras que mostrem os veículos antes e depois do desaparecimento. A comparação de horários, placas, características externas e trajetos pode esclarecer onde cada carro esteve.
Os dois carros estão ligados ao desaparecimento?
A apreensão indica que a Polícia Civil considerou os dois veículos relevantes para a investigação. Isso não significa que ambos tenham participação comprovada no desaparecimento ou em um possível crime.
Os laudos devem apontar se há vestígios de Berenice em algum dos automóveis e se os dados obtidos coincidem com as versões apresentadas pelos investigados.
Quais armas foram apreendidas pela Polícia Civil?
O boletim também registra a apreensão de três armas durante as buscas. Os objetos deverão passar por identificação e exame técnico.
A polícia pode verificar o tipo, o calibre, o funcionamento, a origem e a regularidade documental das armas. Caso existam munições ou resíduos relacionados aos objetos, esse material também pode ter análise pericial.
Até a conclusão dos exames, não é possível afirmar que alguma arma tenha sido usada contra Berenice. O corpo da cozinheira não foi localizado, e a causa de uma possível morte ainda não teve confirmação oficial.
A apreensão preserva os objetos para que a polícia possa comparar as armas com eventuais vestígios encontrados nos carros, nos imóveis ou em outros pontos relacionados ao caso.
Por que um passaporte foi apreendido?
Um passaporte aparece entre os itens apreendidos durante o cumprimento do mandado. O documento passou para a custódia da Polícia Civil junto com os demais materiais descritos no boletim.
A apreensão do passaporte, de forma isolada, não comprova plano de fuga ou intenção de deixar o país. O boletim registra a retirada do documento, mas qualquer conclusão sobre sua relevância depende do contexto da investigação.
A autoridade policial poderá verificar se o passaporte possui relação com viagens recentes, reservas ou outros elementos encontrados nos aparelhos celulares. Essa análise precisa respeitar as autorizações judiciais aplicáveis ao caso.
O que mais foi recolhido durante as buscas?
Além dos dois veículos, das armas, do passaporte e do celular descartado na mata, a polícia recolheu outros aparelhos telefônicos relacionados às pessoas investigadas.
Os celulares podem mostrar conversas entre os envolvidos, contatos com Berenice, pesquisas, imagens e dados de localização. A polícia também pode comparar os aparelhos para identificar comunicações ocorridas antes e depois do desaparecimento.
A cobertura em vídeo do Vale 360 News acompanha casos policiais do Litoral Norte. Outras ocorrências e ações das forças de segurança estão reunidas na editoria de Polícia do Vale 360 News.
O que a polícia ainda precisa esclarecer?
A investigação precisa definir o que ocorreu depois que Berenice deixou a pousada, qual dos veículos foi usado no deslocamento e onde a cozinheira foi vista pela última vez.
A polícia também deverá esclarecer a participação do homem citado no boletim, o motivo do descarte do celular na mata e a relação dos bens apreendidos com o desaparecimento.
Outro ponto será a análise das versões apresentadas pelos investigados. Os depoimentos precisam coincidir com imagens, dados telefônicos, registros de localização e vestígios encontrados nos carros.
O corpo de Berenice ainda não foi localizado. Sem esse elemento, a investigação depende dos objetos apreendidos, dos relatos de testemunhas, das imagens e das provas digitais.
Onde estão concentradas as buscas por Berenice?
A Polícia Civil mantém diligências em Ubatuba e procura locais relacionados aos últimos deslocamentos da cozinheira. A área de Ubatumirim possui trechos de mata, estradas, rios, praias e propriedades afastadas.
O descarte do celular em uma área de mata também acrescenta um novo ponto de interesse para a investigação. A polícia deverá avaliar se o local possui relação apenas com o aparelho ou se pode revelar outros elementos.
Moradores que tenham imagens, informações sobre os veículos ou dados sobre a movimentação das pessoas citadas no caso devem procurar a Polícia Civil. Denúncias anônimas podem ser encaminhadas pelo telefone 181.

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Perguntas frequentes sobre a prisão da patroa de Berenice
Como ocorreu a prisão da patroa de Berenice?
A Polícia Civil cumpriu um mandado de prisão temporária durante a Operação Último Rastro, em Ubatuba, no dia 10 de julho.
Quantos carros foram apreendidos no caso?
O boletim de ocorrência registra a apreensão de dois carros, que ficaram à disposição da investigação.
Por que um celular foi descartado na mata?
A Polícia Civil ainda precisa esclarecer o motivo. O boletim registra o descarte e inclui um homem como investigado.
O homem citado no boletim também foi preso?
Não consta no documento que ele tenha sido preso. O homem aparece como investigado no registro policial.
O corpo de Berenice foi encontrado?
Não. A Polícia Civil ainda procura o corpo da cozinheira e tenta esclarecer a dinâmica completa dos fatos.
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Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.

