Um naufrágio em Itamambuca, Ubatuba, deixou sete pessoas sob atendimento médico, entre elas quatro crianças, por volta das 16h30 desta quarta-feira (29/7); o GBMar mobilizou equipes para o resgate no mar, e uma criança de 7 anos apresentou o quadro clínico mais grave. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
De acordo com o boletim do Grupamento de Bombeiros Marítimo encaminhado à redação, uma embarcação encontrou diversas pessoas à deriva no mar, na altura da Praia de Itamambuca, após o naufrágio do barco no qual o grupo estava.
O primeiro chamado apontava cerca de 11 vítimas, das quais quatro estariam inconscientes. Após a chegada dos barcos ao Píer Comodoro Magalhães, as equipes prestaram atendimento pré-hospitalar a sete pessoas.
O boletim não explica a diferença entre a estimativa inicial de 11 pessoas e o balanço de sete vítimas atendidas. Também não informa o tipo da embarcação, o número total de ocupantes ou a causa do naufrágio.
As sete vítimas atendidas tinham 4, 7, 8, 8, 35, 40 e 49 anos. Os nomes e as iniciais foram preservados, principalmente por causa da presença de crianças na ocorrência.
Como aconteceu o naufrágio em Itamambuca, Ubatuba?
O comandante de prontidão do posto do GBMar em Ubatuba recebeu a informação por volta das 16h30. Um marinheiro relatou que uma embarcação havia encontrado pessoas à deriva no mar após um naufrágio na linha da Praia de Itamambuca.
A expressão “na altura da praia” indica que o acidente ocorreu no mar, em um ponto alinhado com a costa de Itamambuca. O boletim não apresenta a distância entre o local do naufrágio e a faixa de areia.
A equipe da embarcação MA 3312 seguiu diretamente para o ponto indicado no chamado. As equipes da URSA 85301, da viatura VO 85303 e do Samu foram para o Píer Comodoro Magalhães, escolhido como ponto de recepção das vítimas.
O tempo de resposta informado pelo GBMar foi de sete minutos. A corporação mobilizou três viaturas ou embarcações e quatro bombeiros para a ocorrência.
Diversas embarcações chegaram ao píer com as pessoas retiradas do mar. As equipes iniciaram os primeiros cuidados logo após o desembarque.
Qual era o estado de saúde das vítimas?
Sete pessoas receberam atendimento pré-hospitalar. Quatro delas eram crianças, com 4, 7, 8 e 8 anos. As outras três vítimas tinham 35, 40 e 49 anos.
Uma criança de 7 anos apresentou o quadro clínico mais grave. Após a avaliação e a estabilização inicial, ela foi transferida para a Unidade de Suporte Avançado 03, que assumiu o transporte.
As outras seis vítimas seguiram para o Pronto-Socorro da Santa Casa de Ubatuba. A equipe médica de plantão recebeu os pacientes para novos exames e cuidados hospitalares.
O boletim do GBMar não informa o diagnóstico das vítimas, o tipo de lesão ou o estado de saúde após a entrada no hospital. Também não há registro de morte no documento encaminhado à redação.
Por que o primeiro chamado citava 11 vítimas?
Os primeiros informes de uma ocorrência marítima costumam partir de testemunhas, tripulantes de barcos próximos ou pessoas que observam o acidente a partir da costa. A quantidade inicial pode sofrer alteração após a identificação individual das vítimas.
Neste caso, a informação inicial apontava aproximadamente 11 pessoas e quatro vítimas inconscientes. O balanço do atendimento pré-hospitalar confirmou sete pacientes.
O GBMar não detalhou se outras pessoas saíram do mar sem necessidade de atendimento, se houve contagem repetida ou se equipes ainda procuravam possíveis ocupantes. Qualquer conclusão sobre essa diferença depende de uma nova atualização oficial.
O vendaval causou o naufrágio em Ubatuba?
O naufrágio ocorreu no mesmo dia em que fortes rajadas de vento atingiram Ubatuba e outras cidades do Litoral Norte. Apesar da coincidência, o boletim do GBMar não atribui o acidente ao vendaval.
A definição da causa depende da análise das condições do mar, do estado da embarcação, da quantidade de ocupantes, dos equipamentos de segurança e de possíveis falhas mecânicas.
O Vale 360 News publicou uma cobertura sobre os estragos causados pelas rajadas de vento no Litoral Norte. Em Ubatuba, árvores caíram sobre ruas e rodovias durante a tarde.
Sem uma confirmação da autoridade marítima, não é possível afirmar que o vento causou o naufrágio em Itamambuca. A matéria será atualizada após a divulgação de novas informações.
Como as vítimas chegaram ao píer de Ubatuba?
Embarcações que estavam na região prestaram auxílio e levaram as vítimas até o Píer Comodoro Magalhães. O resgate por barcos próximos reduz o tempo de permanência das pessoas na água e permite o início mais rápido do atendimento médico.
O trabalho de embarcações civis também apareceu em outras ocorrências no município. Em um caso anterior, os bombeiros evitaram o naufrágio de uma embarcação com seis pessoas em Ubatuba, entre elas três menores de idade.
Outro naufrágio na região sul de Ubatuba mobilizou o GBMar e embarcações civis. O caso teve vítimas levadas até um ponto seguro para o atendimento das equipes de emergência.
Por que crianças exigem atenção especial após um resgate no mar?
Crianças podem perder calor corporal com maior rapidez após o contato prolongado com a água e o vento. Mesmo quando a vítima está consciente, a avaliação médica precisa identificar sinais de hipotermia, ingestão de água, dificuldade respiratória ou trauma.
Sonolência, confusão, tremores, lábios arroxeados, tosse persistente e dificuldade para respirar exigem atendimento imediato. Os sintomas respiratórios também podem aparecer algum tempo após a retirada da água.
A transferência da criança de 7 anos para uma unidade avançada indica a necessidade de suporte médico mais completo durante o transporte. O boletim, porém, não apresenta detalhes clínicos.
Quais equipamentos devem estar disponíveis em uma embarcação?
O responsável por uma embarcação deve verificar coletes salva-vidas em quantidade adequada, boia circular, rádio ou outro meio de comunicação, combustível, condições do motor e equipamentos de sinalização.
As crianças precisam usar colete compatível com peso e tamanho. Um equipamento largo ou mal ajustado pode sair do corpo após a queda na água.
Antes da saída, o condutor também deve consultar a previsão do tempo e as condições do mar. A viagem precisa ser suspensa diante de alerta para vento forte, ressaca ou baixa visibilidade.
Em outra ocorrência acompanhada pelo Vale 360 News, uma operação integrada resgatou três pessoas após um veleiro quebrar o mastro e ficar à deriva em Ubatuba.
O que fazer ao identificar pessoas à deriva no mar?
- Acione o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.
- Informe o nome da praia e um ponto de referência visível.
- Indique a quantidade aproximada de pessoas e o estado das vítimas.
- Não entre no mar sem preparo ou equipamento de flutuação.
- Mantenha contato visual com as vítimas até a chegada do socorro.
- Use embarcação particular apenas quando houver condições seguras.
- Disponibilize coletes e boias antes da aproximação das vítimas.
- Siga as orientações dos bombeiros e das equipes médicas.
O resgate sem equipamento pode criar uma segunda emergência, principalmente sob vento forte, ondas ou corrente marítima. A prioridade deve ser o acionamento das equipes especializadas.
Novos vídeos e atualizações sobre ocorrências marítimas podem aparecer no canal do Vale 360 News no YouTube.

Matéria atualizada às 22h19 desta quarta-feira, 29 de julho de 2026. O balanço pode sofrer alteração após novas informações do GBMar e da Santa Casa de Ubatuba.
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Perguntas frequentes sobre o naufrágio em Itamambuca, Ubatuba
Quantas vítimas foram atendidas após o naufrágio?
Sete pessoas receberam atendimento pré-hospitalar após o naufrágio na altura da Praia de Itamambuca.
Quantas crianças estavam entre as vítimas?
Quatro crianças, com 4, 7, 8 e 8 anos, estavam entre as sete vítimas atendidas.
Qual vítima apresentava o quadro mais grave?
Uma criança de 7 anos apresentava o quadro clínico mais grave e foi transferida para uma Unidade de Suporte Avançado.
Para onde as vítimas foram levadas?
Seis vítimas seguiram para a Santa Casa de Ubatuba. A criança com o quadro mais grave ficou sob responsabilidade da Unidade de Suporte Avançado 03.
O vendaval causou o naufrágio em Itamambuca?
O boletim do GBMar não informa a causa do naufrágio. A relação com os ventos fortes ainda depende de confirmação oficial.
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Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.

