Motorista do Veloster morre após colisão no Putim, em São José dos Campos. José Adilson Fortunato, de 51 anos, morreu nesta terça-feira (29/09), após permanecer internado no Hospital da Vila Industrial. Com a morte dele, o acidente registrado no domingo (27/09), na Avenida João Rodolfo Castelli, passa a ter duas vítimas fatais. Edevaldo Alves Pedrosa, de 45 anos, que estava no Volkswagen Gol, morreu no local. O velório e o sepultamento de José acontecem nesta quarta-feira (30/09), em São José dos Campos. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
A morte de José representa um novo desdobramento da colisão frontal ocorrida na manhã de domingo, na região sudeste da cidade.
José conduzia um Hyundai Veloster preto. Edevaldo estava num Volkswagen Gol, também preto.
O boletim de ocorrência registrado pela Polícia Civil após o acidente apontou cinco pessoas envolvidas. Naquele momento, Edevaldo constava como vítima fatal e José aparecia no documento como investigado.
O registro inicial classificou a ocorrência como homicídio culposo e lesão corporal culposa na direção de veículo automotor. A morte de José aconteceu dois dias depois do acidente e não consta naquele primeiro boletim, emitido ainda no domingo.
Quando morreu o motorista do Veloster em São José dos Campos?
José Adilson Fortunato morreu nesta terça-feira (29/09), depois de ficar internado no Hospital da Vila Industrial. Ele tinha 51 anos.
A informação atualiza a ocorrência que o Vale 360 News publicou no domingo, quando a colisão frontal na Avenida João Rodolfo Castelli tinha uma morte confirmada e outras quatro pessoas feridas. Na primeira divulgação, ainda não havia identificação pública dos envolvidos nem detalhes do boletim policial — o registro posterior identificou os dois veículos e trouxe os primeiros elementos da investigação.
Quem foi a primeira vítima fatal do acidente no Putim?
Foi Edevaldo Alves Pedrosa, de 45 anos, ligado ao Volkswagen Gol envolvido na colisão. Ele morreu no local.
Equipes do Samu, Corpo de Bombeiros e outros serviços de emergência foram acionadas para a ocorrência. Os guardas municipais que chegaram ao local encontraram o acidente já consumado, isolaram a área e apoiaram as equipes de resgate. Tudo aconteceu na Avenida João Rodolfo Castelli, no bairro Putim.
O que a Polícia Civil apurou sobre a colisão?
O boletim traz uma análise inicial e já ressalta que a dinâmica ainda dependia de perícia, imagens e depoimentos.
Guardas municipais relataram à Polícia Civil que moradores disseram ter visto o Hyundai Veloster em condução considerada perigosa na região do bairro dos Palmares antes da colisão. O documento também registra a existência de vídeos analisados de forma preliminar, que mostrariam o Veloster em desacordo com as regras de circulação, inclusive passando pela faixa de sentido contrário antes do acidente.
A equipe pericial também apresentou uma hipótese inicial: os vestígios observados apontavam, de forma preliminar, para a possibilidade de o Veloster ter entrado na faixa contrária antes do choque frontal com o Gol.
A Polícia Civil já havia concluído quem causou o acidente?
Não — e esse ponto é essencial para entender o registro policial. A própria autoridade responsável pelo boletim afirmou que a conclusão inicial tinha caráter provisório, ainda dependente de laudos periciais, análise de imagens, identificação de testemunhas e outras diligências.
Os guardas municipais que chegaram ao local também declararam que não presenciaram o acidente e não localizaram, naquele primeiro momento, uma testemunha ocular da colisão. Por isso, os elementos do boletim não correspondem a uma conclusão definitiva sobre a dinâmica.
Por que o Veloster foi apreendido pela Polícia Civil?
A Polícia Civil determinou a apreensão do Veloster por interesse pericial, para permitir testes nos freios e nos sistemas de segurança do carro.
O Gol não passou pelo mesmo procedimento fora do local porque a perícia constatou vazamento no sistema de freios já após a colisão — os exames possíveis nele foram feitos na própria área do acidente. A análise dos dois veículos é uma das etapas necessárias para verificar se alguma falha mecânica teve participação na colisão ou se os sistemas funcionavam de forma adequada.
O que o boletim dizia sobre José Adilson Fortunato?
No registro de domingo, José aparecia como investigado. A autoridade policial citou indícios preliminares ligados aos vídeos obtidos, aos relatos dos agentes que atenderam a ocorrência e às primeiras informações da perícia.
O boletim também menciona um vídeo gravado depois da colisão, no qual José teria fala aparentemente alterada — a Polícia Civil tratou esse elemento apenas como sinal externo sujeito a avaliação técnica. O documento não traz resultado de exame toxicológico ou teste que permita afirmar, com base nesse registro, consumo de álcool ou outra substância no momento do acidente.
A autoridade classificou os fatos inicialmente nos artigos 302 e 303 do Código de Trânsito Brasileiro, relacionados a homicídio culposo e lesão corporal culposa na direção de veículo automotor.
O que muda na investigação após a morte do motorista?
A morte de José muda o contexto pessoal da apuração, mas ainda há interesse na definição técnica de como a colisão ocorreu — os laudos podem esclarecer posição dos veículos, ponto de impacto, trajetória, condições mecânicas e outros fatores do acidente.
Também há outras pessoas que ficaram feridas na ocorrência, o que mantém relevante reconstruir a dinâmica completa dos fatos registrados no domingo. Até a primeira edição do boletim, a Polícia Civil ainda buscava imagens adicionais e testemunhas, e a investigação original também dependia da conclusão dos laudos periciais.
Quando será o velório de José Adilson Fortunato?
O velório e o sepultamento acontecem nesta quarta-feira (30/09), em São José dos Campos. Até esta publicação, a reportagem não tinha informações sobre horário e local das cerimônias.
José morreu na terça-feira após o período de internação no Hospital da Vila Industrial — com esse novo óbito, a colisão na Avenida João Rodolfo Castelli passa de uma para duas mortes confirmadas.
O acidente no Putim teve quantas vítimas?
As informações iniciais apontaram cinco pessoas envolvidas na colisão. No domingo, uma pessoa morreu e outras quatro precisaram de atendimento. Com a morte de José na terça, o número de vítimas fatais sobe para duas.
O Vale 360 News também acompanha outros acidentes graves registrados em setembro na cidade. No dia 17, um acidente entre duas motocicletas no Parque Industrial deixou um homem morto e duas pessoas feridas, com a Polícia Civil também abrindo apuração. Em 15 de setembro, outro acidente causou uma morte na Avenida dos Astronautas, no Jardim da Granja.
Por que o caso da João Rodolfo Castelli ainda depende de laudos?
Uma colisão frontal pode envolver diferentes fatores, e a posição final dos carros nem sempre reproduz exatamente o ponto do primeiro impacto. No caso do Putim, o próprio boletim registra alteração na posição final dos veículos.
Por isso, a perícia usa marcas na pista, danos nos automóveis, imagens, condições dos sistemas mecânicos e outros vestígios. O Vale 360 News já mostrou em outros acidentes de São José dos Campos que a classificação inicial do boletim pode mudar depois de laudos e novas provas — em setembro, por exemplo, a Polícia Civil abriu investigação após a morte de um motociclista em colisão com ônibus da Linha Verde e manteve a dinâmica sob apuração.
No acidente do Putim, a autoridade policial também deixou expressa a possibilidade de novo enquadramento jurídico conforme a investigação avançar.

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Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.


