Um acidente no km 66,8 da Via Dutra, em Guaratinguetá, deixou duas pessoas feridas às 5h29 desta segunda-feira (22/06), após um acidente entre carreta e van no sentido São Paulo. A carreta atingiu a mureta central, um fragmento da estrutura acertou um caminhão na pista contrária, o sentido São Paulo já foi liberado e o tráfego para o Rio de Janeiro passa pelo acostamento. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
O balanço atualizado aponta uma vítima com ferimentos leves e outra com ferimentos moderados. As duas receberam socorro e foram levadas para a Unidade de Pronto Atendimento de Guaratinguetá.
A pista sentido São Paulo, que ficou totalmente bloqueada logo após o acidente, já teve todas as faixas liberadas. No sentido Rio de Janeiro, os destroços da mureta exigiram a interdição das faixas regulares, com passagem provisória pelo acostamento.
As equipes trabalham para retirar os fragmentos da pista norte e restabelecer a circulação normal. A expectativa é de liberação em breve, mas o horário exato depende da limpeza do pavimento e da verificação das condições de segurança.
Mesmo com a abertura do sentido São Paulo, o trânsito ainda apresenta lentidão nos dois sentidos. A redução de velocidade de motoristas que observam o acidente contribui para o reflexo na pista contrária e prolonga a fila perto do km 66,8.
Como ocorreu o acidente entre carreta e van?
A ocorrência inicial teve uma carreta e uma van como veículos diretamente relacionados ao acidente na pista sentido São Paulo. Durante a sequência da colisão, a carreta atingiu a mureta que separa os sentidos da rodovia.
O impacto quebrou parte da estrutura. Um dos fragmentos atravessou ou ultrapassou a área de separação e acertou um caminhão que trafegava no sentido Rio de Janeiro.
Essa segunda consequência ampliou a área do atendimento. As equipes precisaram atuar tanto no sentido São Paulo, onde ocorreu o acidente inicial, quanto na pista contrária, onde partes da mureta caíram sobre as faixas.
A dinâmica completa ainda depende de informações adicionais. Não há confirmação sobre qual parte da carreta atingiu a mureta, como ocorreu o primeiro contato entre a carreta e a van ou quais danos o caminhão da pista contrária sofreu.
Também não há informação sobre uma possível colisão direta entre o caminhão e outros veículos. O dado confirmado até esta atualização é que um fragmento da mureta atingiu o veículo pesado no sentido Rio de Janeiro.
Quantas pessoas ficaram feridas no acidente entre carreta e van?
Duas pessoas ficaram feridas. Uma delas recebeu classificação leve, enquanto a outra apresentou ferimentos moderados.
As duas vítimas foram socorridas para a UPA de Guaratinguetá. A atualização não informa em quais veículos elas estavam, nem apresenta idade, sexo ou detalhes sobre as lesões.
A classificação leve costuma indicar quadro sem sinais iniciais de gravidade, embora a vítima ainda precise de avaliação médica. O quadro moderado exige maior atenção e pode incluir fraturas, cortes, traumas ou outros ferimentos que necessitam de exames.
O diagnóstico definitivo cabe à equipe médica. A avaliação feita na rodovia serve para definir a prioridade do socorro, o tipo de ambulância e a unidade de saúde adequada.
As vítimas correm risco de morte?
Não há informação sobre risco de morte. O atendimento inicial classificou uma vítima como leve e outra como moderada.
Uma atualização hospitalar pode modificar ou detalhar o quadro após exames de imagem, avaliação clínica e observação médica. Até o momento, não houve divulgação de internação, cirurgia ou transferência para outro hospital.
Por que a pista sentido Rio de Janeiro foi interditada?
A interdição no sentido Rio de Janeiro ocorreu por causa dos destroços da mureta central. Os fragmentos caíram sobre a pista após o impacto da carreta contra a estrutura.
Além do risco de colisão com os pedaços de concreto, as equipes precisam avaliar se outras partes da mureta perderam estabilidade. Uma estrutura danificada pode soltar novos fragmentos ou deixar uma abertura perigosa entre as pistas.
A remoção exige cuidado para evitar danos aos veículos, aos equipamentos de serviço e ao próprio pavimento. Fragmentos menores também precisam ser recolhidos, pois podem furar pneus ou atingir motociclistas.
O caminhão atingido pelo fragmento também precisa passar por avaliação antes de deixar o local. Danos em pneus, rodas, sistema de direção, cabine ou carroceria podem comprometer a segurança do veículo.
Enquanto as equipes retiram os destroços, o fluxo para o Rio de Janeiro usa o acostamento. Essa solução mantém a circulação, mas reduz a capacidade da rodovia e exige velocidade baixa.
A pista sentido São Paulo já foi liberada?
Sim. A pista sentido São Paulo já está totalmente liberada. Todas as faixas regulares voltaram a receber o tráfego após o atendimento inicial e a retirada dos obstáculos que impediam a passagem.
A liberação não elimina de forma imediata os reflexos do bloqueio anterior. Os veículos acumulados durante a interdição precisam atravessar o trecho, o que pode manter lentidão por algum tempo.
Motoristas também reduzem a velocidade perto da área do acidente. Essa reação cria novas ondas de retenção, mesmo quando as faixas já estão abertas.
Uma situação semelhante ocorreu em outro acidente que interditou a Via Dutra em Guaratinguetá. Naquela ocorrência, a liberação da pista também não encerrou de imediato os reflexos no trânsito.
Como está o trânsito nos dois sentidos da Dutra?
O trânsito flui lentamente nos dois sentidos nas proximidades do km 66,8. No sentido São Paulo, as faixas estão abertas, mas ainda existe redução de velocidade após o bloqueio anterior.
No sentido Rio de Janeiro, as faixas regulares permanecem interditadas por causa dos destroços, e o tráfego passa pelo acostamento.
A passagem por uma única faixa improvisada reduz a quantidade de veículos que consegue atravessar o trecho a cada minuto. Carretas, ônibus e caminhões também precisam de mais espaço e tempo para percorrer a área delimitada.
A curiosidade dos motoristas agrava a lentidão. Condutores que reduzem a velocidade para observar os veículos, filmar ou fotografar a ocorrência criam retenções nos dois sentidos.
Esse comportamento também aumenta o risco de uma nova colisão. O motorista que desvia a atenção da pista pode não perceber uma frenagem à frente, a presença de cones ou a aproximação de uma equipe de emergência.
Existe congestionamento mesmo no sentido já liberado?
Sim. A liberação das faixas não dissolve a fila de forma instantânea. O tráfego acumulado precisa de tempo para recuperar a velocidade normal.
A redução causada pela curiosidade, a presença de equipes perto da pista e o estreitamento no sentido Rio também produzem reflexos sobre o fluxo regional.
Por que o uso do acostamento exige atenção?
O acostamento tem largura e função diferentes das faixas regulares. Ele serve como área de emergência, parada de veículos com pane e acesso de ambulâncias, viaturas e equipes de manutenção.
Durante uma interdição, a concessionária pode autorizar o uso provisório desse espaço para evitar o bloqueio completo. A circulação só deve ocorrer no trecho sinalizado e sob orientação operacional.
O motorista não deve acessar o acostamento antes do ponto autorizado para tentar ultrapassar a fila. Essa manobra pode bloquear ambulâncias e veículos de serviço, além de criar conflito no momento de retorno à pista.
Veículos pesados devem manter distância maior. O espaço reduzido e a proximidade de cones, destroços e trabalhadores exigem manobras suaves.
O que precisa ocorrer antes da liberação do sentido Rio?
As equipes precisam retirar os destroços da mureta, limpar o pavimento e verificar se não restaram fragmentos capazes de causar novos acidentes.
A inspeção também deve avaliar a estabilidade da parte da estrutura que permaneceu no canteiro central. Caso exista risco de queda, a concessionária pode instalar uma barreira provisória ou ampliar o bloqueio até a execução do reparo.
O caminhão atingido precisa sair da pista ou receber autorização para prosseguir. Caso apresente dano mecânico, um guincho pode ser necessário.
A liberação só ocorre após a confirmação de que a pista oferece condições seguras. A previsão aponta abertura em breve, mas uma mudança no cenário pode ampliar o tempo de interdição.
O Vale 360 News já mostrou outro acidente que afetou os dois sentidos da Via Dutra em Guaratinguetá. Naquela ocasião, a remoção do veículo e da carga exigiu várias horas de trabalho.
Qual é o impacto do acidente para quem passa por Guaratinguetá?
O km 66,8 fica em um corredor de grande importância para viagens entre o Vale do Paraíba, a Grande São Paulo e o Sul Fluminense. A pista recebe tráfego intenso de veículos de passeio e transporte de cargas.
O bloqueio no sentido Rio afeta motoristas com destino a Lorena, Cachoeira Paulista, Cruzeiro, Queluz e municípios do estado do Rio de Janeiro.
No sentido São Paulo, o reflexo alcança viagens para Aparecida, Roseira, Pindamonhangaba, Taubaté, São José dos Campos e capital paulista.
Acidentes com veículos pesados podem exigir uma operação mais longa por causa do peso, do tamanho e da necessidade de guinchos especiais. Em maio, um acidente com caminhões na Dutra em Lorena causou dez quilômetros de lentidão.
A presença de uma van também exige a conferência do total de ocupantes. Em outro caso, um acidente entre uma van e carros na Via Dutra deixou 11 pessoas feridas. Não há relação entre as ocorrências.
Quais cuidados os motoristas devem adotar no trecho?
O motorista deve reduzir a velocidade antes da fila, manter distância segura e respeitar a sinalização instalada pelas equipes.
Celulares, fotografias e vídeos desviam a atenção. Quem passa pelo local deve manter os olhos na pista e evitar qualquer redução sem necessidade.
Também é importante não parar no acostamento para observar o acidente. No sentido Rio, o espaço serve como corredor provisório. No sentido São Paulo, ele deve permanecer livre para emergências.
Motociclistas precisam de atenção especial aos pequenos fragmentos que podem permanecer sobre o pavimento. Mudanças bruscas de trajetória aumentam o risco de queda.
Os condutores devem acompanhar as atualizações antes da viagem, pois a situação pode mudar com a liberação da pista para o Rio de Janeiro.

Perguntas frequentes sobre o acidente entre carreta e van
Onde aconteceu o acidente com a carreta e a van?
O acidente aconteceu no km 66,8 da Via Dutra, em Guaratinguetá, na pista sentido São Paulo.
Quantas pessoas ficaram feridas no acidente?
Duas pessoas ficaram feridas. Uma teve ferimentos leves e outra apresentou ferimentos moderados.
Para onde as vítimas foram levadas?
As duas vítimas foram socorridas para a UPA de Guaratinguetá.
A pista sentido São Paulo está liberada?
Sim. A pista sentido São Paulo já está totalmente liberada, embora ainda exista lentidão no trecho.
Por que o sentido Rio de Janeiro está interditado?
Partes da mureta central caíram sobre a pista após o impacto da carreta. O trânsito passa pelo acostamento até a retirada dos destroços.
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Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.

