Ataque a tiros em adega em Caraguatatuba deixa homem e mulher feridos

Um ataque a tiros em adega em Caraguatatuba, no bairro Sumaré, deixou um homem de 22 anos e uma mulher de 21 feridos na Avenida Presidente Castelo Branco, por volta das 21h11 desta terça-feira (23/06). O homem foi atingido na cabeça, a mulher sofreu um ferimento no quadril e ambos foram levados à Santa Casa; a Polícia Civil registrou tentativa de homicídio e procura o atirador que fugiu em uma motocicleta. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP

O boletim de ocorrência diz que as vítimas são um homem, de 22 anos, e uma mulher, de 21. O documento não informa o estado de saúde atualizado após a internação, nem aponta eventual relação entre as vítimas e o autor dos disparos.

Como ocorreu o ataque a tiros em adega em Caraguatatuba?

Policiais militares receberam pelo rádio a informação de que havia disparos perto de um posto de combustíveis no bairro Sumaré. Uma viatura que passava pela região também foi alertada por moradores. Equipes da Polícia Militar, Força Tática e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência seguiram até o endereço.

No local, o homem estava caído perto da entrada da adega, com ferimento na cabeça. A mulher foi localizada na área externa, com ferimento no quadril. Os socorristas prestaram os primeiros atendimentos e levaram os dois para a Santa Casa de Caraguatatuba.

Quantos tiros foram feitos contra as pessoas na adega?

Testemunhas relataram que o autor passou diante do estabelecimento na garupa de uma motocicleta e fez cerca de cinco ou seis disparos em direção às pessoas que estavam no local. A motocicleta deixou a região logo após o ataque.

A informação ainda depende de confirmação por meio da perícia, dos depoimentos e de eventuais imagens de câmeras. O boletim não apresenta descrição física do atirador, placa, modelo ou cor da motocicleta.

O autor do ataque a tiros em adega em Caraguatatuba foi identificado?

Não. O boletim registra autoria desconhecida e informa que não houve prisão em flagrante. A segunda edição do documento teve como objetivo corrigir justamente o campo referente ao flagrante, que passou a constar como “não”.

A equipe de homicídios da Delegacia de Caraguatatuba compareceu ao endereço, assim como peritos da Polícia Científica. O caso ficou sob apreciação do delegado responsável pela unidade.

Quais provas podem ajudar a Polícia Civil?

Um projétil de arma de fogo foi encontrado no interior do estabelecimento e entregue à polícia pelo proprietário. O objeto foi apreendido, lacrado e encaminhado para análise.

A perícia balística pode indicar características do calibre, confrontar o projétil com uma arma que venha a ser localizada e avaliar marcas produzidas no momento do disparo. A posição dos vestígios também pode auxiliar na definição da trajetória dos tiros e do ponto ocupado pelo atirador.

Imagens de estabelecimentos, residências e veículos que passaram pela Avenida Presidente Castelo Branco no horário do crime também podem contribuir. Pessoas que possuem gravações devem preservar os arquivos originais, sem cortes ou edições, e entregá-los diretamente à Polícia Civil.

Caraguatatuba já registrou outras ocorrências graves em estabelecimentos do tipo. Em dezembro de 2024, o Vale 360 News noticiou um atentado a tiros em outra adega de Caraguatatuba. Em abril de 2026, uma briga em adega terminou em perseguição e morte no Indaiá.

Qual é o contexto da violência letal em Caraguatatuba?

O Atlas da Violência 2026 coloca Caraguatatuba na 11ª posição entre os municípios paulistas com mais de 100 mil habitantes no ranking de homicídios estimados. A cidade aparece com 28 mortes estimadas e taxa de 19,8 homicídios por 100 mil moradores.

O indicador não permite estabelecer relação direta entre crimes distintos e não revela a motivação do ataque no Sumaré. Ele serve como referência para comparar o peso proporcional da violência letal entre cidades de tamanhos diferentes. Consulte o levantamento regional sobre homicídios estimados.

Outros episódios recentes também colocaram a segurança pública em debate, entre eles a troca de tiros com a Guarda Municipal no Jetuba, após uma suspeita de tentativa de homicídio.

Como a população deve agir após ouvir disparos?

A primeira medida é buscar abrigo em um ponto protegido, longe de portas, janelas e áreas abertas. A pessoa não deve se aproximar para gravar imagens, perseguir suspeitos ou tocar em cápsulas, projéteis e outros objetos que possam servir como prova.

Em situação de risco imediato, o telefone indicado é o 190. Informações posteriores sobre autoria, veículos, rotas de fuga ou localização de armas podem ser enviadas de forma anônima ao Disque Denúncia 181.

Testemunhas devem anotar características observadas com segurança, como direção da fuga, roupa, capacete, modelo aproximado da motocicleta e horário. Uma informação aparentemente pequena pode ser comparada com câmeras, registros de trânsito e outros depoimentos.

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tribunal do crime em CaraguatatubaQuais são as perguntas frequentes sobre o ataque a tiros em adega em Caraguatatuba?

O que aconteceu na adega do Sumaré?

Um atirador que estava na garupa de uma motocicleta fez cerca de cinco ou seis disparos contra pessoas que estavam em uma adega na Avenida Presidente Castelo Branco.

Quantas pessoas foram baleadas?

Duas pessoas foram baleadas. Um homem de 22 anos sofreu ferimento na cabeça e uma mulher de 21 anos foi atingida no quadril.

As vítimas foram levadas para qual hospital?

As duas vítimas receberam atendimento do SAMU e foram levadas para a Santa Casa de Caraguatatuba.

Houve prisão após o ataque?

Não. O boletim de ocorrência informa que o autor não foi identificado e que não houve prisão em flagrante.

Como enviar informações sobre o crime?

Informações podem ser apresentadas à Polícia Civil ou enviadas de forma anônima pelo Disque Denúncia 181. Em situação de emergência, o telefone é o 190.

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Jesse Nascimento
Jesse Nascimento

Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.