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Bebê de sete meses é morta e enterrada por pais em São José do Barreiro

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Bebê de sete meses é morta e enterrada por pais em São José do Barreiro. O crime chocou a cidade e aconteceu no fim da manhã de domingo (19/03) na casa, onde vive o casal, zona rural da cidade. Os pais têm 17 e 23 anos e irão responder pelos crimes de homicídio, ocultação de cadáver, falsa comunicação de crime. Inicialmente, os dois procuraram a delegacia do município e informaram que a filha havia sido sequestrada, mas os investigadores desconfiaram da história. Durante o depoimento, mãe e pai revelaram de fato o que aconteceu.

A mãe, de 17 anos, em um primeiro momento, na delegacia, contou uma história inventada e disse em depoimento, de acordo com o Boletim de Ocorrência, que o casal resolveu levar a filha à casa da avó paterna na noite do domingo (18), por volta de 23h, uma vez que a criança chorava muito e em determinado momento enquanto caminhavam no escuro pela estrada de terra batida teriam sido abordados por um veículo dentro do qual haviam dois rapazes desconhecidos, que teriam anunciado um assalto solicitando carteira e dinheiro momento em que, verificando que Cíntia e Carlos não possuíam qualquer valor, optaram por levar com eles a pequena bebê. A placa do carro não foi anotada. Diante da estranheza dos fatos narrados pelo casal, um dos policiais solicitou o apoio de outros colegas de trabalho, da delegacia de polícia de Bananal, sendo certo que em conversa reservada com o casal ambos optaram por revelar a morte da bebê.

O crime

No depoimento aos policiais, a mulher disse que no domingo pela manhã, enquanto estava no banho, viu o companheiro pegar a criança e jogá-la contra o coxa da cama do casal. Ela conta que saiu do “box” e interpelou o que estava acontecendo, mas o homem saiu de perto sem falar nada. Como a criança não chorou, ela voltou para o banho. Instantes depois, ao sair definitivamente do banheiro, ela viu a criança na cama e com a cabeceira de madeira caída sobre a parte frontal da cabeça da criança. Naquele momento, a mãe, disse que a filha já não estava mais com vida.

Ao perceber que a criança estava sem os sinais vitais a adolescente se dirigiu até seu companheiro e disse que a filha do casal estava morta. A adolescente afirmou, em depoimento que companheiro disse para ela: “Vamos enterrar o corpo , não vamos levar no hospital que vai dar problema”. Os dois saíram de casa a fim de achar um local para enterrar o corpo. Na ocasião, o pai levou a criança no colo até o local escolhido para o enterro perto da casa das partes, porém, não sabe dizer o nome do local ou precisar o local com detalhes. A adolescente diz que seu companheiro levou uma ferramenta e ele cavou o buraco para enterrar a filha do casal, enquanto a criança
morta aguardava no chão e a adolescente, seguindo a própria: “olhava para cima”. Após enterrar a criança as partes voltaram para casa e dormiram juntos.

No depoimento, de acordo com o boletim de ocorrência, a adolescente disse que foi ameaçada pelo companheiro e, por isso, não procurou ajuda da polícia e de hospital para a filha.

O pai também foi ouvido e relatou que a bebê começou a chorar e por conta disso, ele a pegou a jogou contra o colchão. Neste momento, a filha começou a chorar ainda mais e foi quando a sua mulher lhe questionou o motivo pelo qual a bebê estava chorando e em seguida lhe chamou para tomar banho junto com ela. O indiciado declara que ele e a mulher tomaram banho juntos e tiveram relação sexual no banho, enquanto a bebê ainda chorava deitada no colchão, entretanto, ao sair do banho minutos depois o indiciado percebeu que a cabeceira da cama (confeccionada de madeira pesada) havia caído sobre a testa do bebê e prontamente percebeu que a filha já estava sem vida.

O pai da criança disse aos investigadores que conversou com a mulher a respeito do que poderia ser feito, porém, antes de tomar uma decisão ambos adormeceram, uma vez que estavam fazendo uso de bebida alcoólica (cerveja) e droga (maconha).

Ao acordar o indiciado relata que percebeu a filha “endurecida” e foi então que novamente discutiram sobre o que fazer com o bebê. A melhor decisão encontrada pelo casal foi a de enterrar a criança e inventar uma historia de sequestro para polícia, para que ambos não fossem presos. Ato continuo os dois saíram a procura do melhor local para enterrar o bebê. Ele disse em depoimento que cavou o buraco para enterrar a filha e depois voltou com a mulher para a casa.

No fim do depoimento, o pai levou os investigadores onde enterrou o bebê e o corpo foi encontrado. O caso continua sendo investigado. O homem foi preso em flagrante e adolescente apreendida e ambos estão à disposição da Justiça.

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