O conjunto transportador da megacarga de mais de 800 toneladas, que retomaria o deslocamento pela Via Dutra nesta terça-feira (10/02), teve a operação adiada após um dos quatro “cavalos” que compõem a composição apresentar pane no início do trajeto em direção a Pindamonhangaba. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPPDe acordo com a PRF (Polícia Rodoviária Federal), a movimentação chegou a ser iniciada com saída prevista do km 136, em São José dos Campos, mas foi suspensa por motivo de segurança após a falha mecânica. Até a última atualização, não havia nova data confirmada para o deslocamento do conjunto transportador.

A carga vai continuar estacionada em São José dos Campos. O Vale 360 News acompanha a operação desde o início. Relembre a etapa anterior, quando o comboio saiu de Guararema e estacionou em São José dos Campos: 4ª megacarga inicia viagem pela Dutra e para no km 136.

Conjunto transportador: o que causou o adiamento da supercarreta

Segundo as informações repassadas, um dos quatro caminhões-tratores (os “cavalos”) do conjunto transportador apresentou pane. Em operações desse porte, a redundância de veículos e a estabilidade mecânica são essenciais para manter o ritmo com segurança — por isso, qualquer falha pode levar à interrupção imediata.

O que estava previsto para esta terça (10/02) antes do adiamento

Antes da pane no conjunto transportador, a programação divulgada previa retomada do deslocamento às 9h, com saída do km 136, em São José dos Campos (sentido Rio de Janeiro). A logística incluía uma parada técnica para “sangria” do trânsito em Taubaté e encerramento do dia em Pindamonhangaba.

Programação que havia sido informada

  • Início previsto: terça-feira (10/02), 9h
  • Saída: km 136 (São José dos Campos)
  • Parada técnica (sangria do trânsito): km 117 (Taubaté)
  • Parada do dia: km 101 (Pindamonhangaba)

Orientações para motoristas, rotas alternativas e como se programar durante a passagem do conjunto transportador estão neste guia: Megacarga sai de São José dos Campos e para em Pinda: veja rotas alternativas.

Impacto no trânsito: como acompanhar a operação em tempo real

Mesmo com o adiamento, a recomendação é acompanhar o tráfego por aplicativos de navegação e pelos painéis de mensagem variável (PMVs) ao longo da rodovia, já que o retorno do comboio pode ser confirmado com pouca antecedência. O conjunto transportador costuma operar em baixa velocidade (até 20 km/h), com interferências pontuais e acompanhamento da PRF.

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O que está sendo transportado e por que a operação é tão complexa

A carga é um transformador de grande porte, transportado em uma composição especial de cerca de 135 metros de comprimento e aproximadamente seis metros de largura, com peso superior a 800 toneladas. O destino logístico inclui o Porto de Itaguaí (RJ), de onde o equipamento segue para embarque internacional. Entenda o contexto da operação: Quarta megacarga na Dutra: o que é, de onde saiu e para onde vai.

Conjunto transportador

Perguntas Frequentes

Por que o deslocamento foi adiado?

Porque um dos caminhões-tratores do conjunto transportador apresentou pane no início do deslocamento desta terça (10/02), e a operação foi suspensa por segurança.

Já existe nova data para a supercarreta voltar a rodar?

Até o momento, não há nova data confirmada para o deslocamento do conjunto transportador no Vale do Paraíba.

Qual era o trecho previsto para hoje?

A previsão era sair do km 136, em São José dos Campos, fazer parada técnica no km 117, em Taubaté, e encerrar no km 101, em Pindamonhangaba.

Como evitar congestionamento na Dutra?

Quando a operação estiver ativa, a recomendação é acompanhar o trânsito em aplicativos e considerar rotas alternativas, como a Carvalho Pinto (SP-70) e, para deslocamentos locais, a Estrada Velha Rio–SP (SP-62), conforme o destino.

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