Homem que ameaçava a nora morre em confronto contra PMs em Cruzeiro. O homem, de 51 anos, não resistiu aos ferimentos após ser baleado por um policial militar na noite desta quinta-feira (29/05). A ocorrência foi registrada como homicídio decorrente de oposição à intervenção policial, ameaça e violência doméstica. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP E RECEBA AS NOTÍCIAS EM PRIMEIRA MÃO
Segundo a Polícia Civil, Celso foi denunciado por ameaçar a nora, de 24 anos. A vítima informou que as ameaças eram constantes e, diante da nova investida, a Polícia Militar foi acionada.
Como ocorreu a abordagem?
De acordo com o boletim, antes da chegada da viatura, ele teria se deslocado até sua residência, próxima ao local da denúncia, e retornado à rua portando um revólver. Ele foi avistado pelos policiais militares e ao ver a equipe, Celso correu de volta para dentro da sua casa. Conforme o registro, os policiais desembarcaram e o seguiram. Ainda segundo os PMs, o homem entrou na sala da residência com a arma em punho. Neste momento, um dos policiais realizou dois disparos contra ele, que foi atingido no tórax e morreu no local. Nenhum dos policiais utilizava câmera corporal no momento da ocorrência.
O que dizem as testemunhas?
A nora e sua mãe disseram à polícia que presenciaram o homem com a arma de fogo e confirmaram que ele tentou se esconder no interior da residência ao perceber a aproximação dos policiais. Ambas relataram ainda que ele já havia ameaçado a nora em outras ocasiões.
Resultado da perícia
A equipe do Instituto de Criminalística constatou dois ferimentos no tórax provocados por arma de fogo, com perfurações de entrada e saída. Foram apreendidos:
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2 estojos de calibre .40
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2 fragmentos de munição
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1 revólver calibre .38 com numeração suprimida, de posse da vítima
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6 munições calibre .38 (intactas)
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1 pistola Glock calibre .40 pertencente ao policial
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13 munições calibre .40 (intactas)
Antecedentes do morto
O homem morto tinha antecedentes pelos crimes de ameaça (art. 147), roubo (art. 157) e estupro (art. 213) do Código Penal Brasileiro.
Considerações finais da autoridade policial
O delegado responsável pelo caso registrou que, diante da situação descrita e das evidências, entendeu ter havido legítima defesa por parte do policial que efetuou os disparos. Todos os envolvidos foram ouvidos na delegacia para instrução do caso.
A nora foi orientada quanto ao direito de solicitar medidas protetivas contra os filhos do homem, mas recusou por ora.

Perguntas Frequentes
Quem era a vítima fatal da intervenção policial?
A vítima fatal foi um homem, de 51 anos. Ele foi atingido por dois disparos de arma de fogo efetuados por um policial militar e morreu no local.
Qual foi o motivo da intervenção da Polícia Militar?
Ele foi denunciado por ameaçar sua nora. Segundo testemunhas, ele retornou armado à rua após a ameaça, o que motivou a ação policial.
A vítima possuía antecedentes criminais?
Sim. Ele tinha passagens por ameaça (art. 147), roubo (art. 157) e estupro (art. 213) do Código Penal.
O que diz o laudo da perícia sobre os ferimentos?
O laudo apontou dois ferimentos no tórax causados por arma de fogo, com perfurações de entrada e saída.
Os policiais usavam câmeras corporais?
Não. Nenhum dos policiais envolvidos portava bodycam no momento da ocorrência.
A mulher ameaçada pediu medidas protetivas?
A nora foi orientada sobre a possibilidade de solicitar medidas protetivas, mas recusou no momento.
Qual foi a conclusão inicial da autoridade policial?
O delegado considerou a ação do policial militar legítima, enquadrando-a como legítima defesa.
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