Um homem morreu baleado após tentar desarmar um policial militar durante o cumprimento de um mandado de prisão em Taubaté, na noite desta terça-feira (17/06). A ocorrência foi registrada pela Polícia Civil como homicídio decorrente de oposição à intervenção policial. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
A vítima, de 28 anos, tinha contra si um mandado expedido pela Vara do Júri e da Infância e Juventude da cidade, com validade até 2042.
Dinâmica da abordagem e morte da vítima que tinha mandado de prisão em Taubaté
Segundo o boletim de ocorrência, os policiais militares localizaram a vítima e anunciaram o cumprimento do mandado. Nesse momento, de acordo com a versão dos agentes, o homem teria investido contra um dos policiais, tentando tomar sua arma.
Houve luta corporal. Um disparo foi feito pelo policial que entrou em luta corporal com o homem, seguido de outro disparo efetuado pelo outro PM, que disse ter agido para defender o colega. O Homem foi atingido por dois tiros — um no pescoço e outro no abdômen, ambos do lado esquerdo.
Ele foi socorrido e levado ao hospital regional, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Decisão da Polícia Civil e andamento da investigação
O delegado acompanhou a ocorrência, decidiu não autuar os policiais em flagrante. No despacho, ele destacou que a ação dos PMs foi, em tese, legítima defesa, prevista nos artigos 23, II e 25 do Código Penal.
“Diante do perigo atual e iminente à integridade física própria e de terceiros, os policiais reagiram à injusta agressão, efetuando disparos que atingiram o agressor, levando-o a óbito”, afirma o relatório.
As armas dos policiais foram apreendidas e periciadas. O caso será investigado com coleta de laudos e oitiva de testemunhas.

Perguntas Frequentes
🔹 Quem era o homem morto durante o mandado de prisão em Taubaté?
Homem, de 28 anos, que tinha contra si um mandado judicial expedido pela Vara do Júri da cidade.
🔹 O que motivou os disparos dos PMs?
Segundo o boletim, a vítima fatal tentou desarmar um dos policiais, iniciando luta corporal. O outro agente reagiu para conter a agressão.
🔹 A polícia será investigada?
Sim. As armas foram apreendidas e o caso seguirá sob investigação com coleta de laudos e oitivas.
🔹 Os policiais foram presos?
Não. O delegado entendeu que houve legítima defesa e não lavrou prisão em flagrante.
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