Um homem de 28 anos foi morto após ser atingido por disparos de arma de fogo em uma área de condomínio na Rua Julieta de Mancilha Passos, no Jardim Yolanda, em Jacareí, na madrugada desta terça-feira (11/08). A vítima foi identificada como Állefy Domingues Maciel de Oliveira, e a Polícia Civil abriu investigação para descobrir a autoria e a motivação do homicídio em condomínio em Jacareí. Até a conclusão do boletim de ocorrência, nenhum suspeito havia sido identificado. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar recebeu pelo Copom, por volta das 00h33, uma chamada sobre disparos de arma de fogo e um homem caído nas proximidades do número 600 da rua. As equipes foram até o endereço e localizaram a vítima no chão, com lesões compatíveis com tiros.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado. A equipe médica examinou Állefy e confirmou a morte no próprio local. A Polícia Militar isolou a área para preservar os vestígios até a chegada da Polícia Civil e da Polícia Técnico-Científica.
O que a perícia encontrou no homicídio em condomínio em Jacareí?
A análise preliminar da Polícia Técnico-Científica identificou cinco perfurações no corpo da vítima: duas na região da cabeça, duas em um dos braços e uma na região glútea.
Esse dado não permite afirmar que Állefy recebeu cinco tiros. O próprio registro policial ressalta que um mesmo projétil pode causar um orifício de entrada e outro de saída. O número exato de disparos, as trajetórias dos projéteis e a distância dos tiros dependem dos laudos periciais e do exame necroscópico.
A perícia também constatou escoriações recentes. Neste primeiro momento, a Polícia Civil não conseguiu estabelecer se as marcas tiveram origem em agressão, queda ou outra circunstância ligada ao crime.
A vítima pode ter sido baleada em outro ponto do condomínio?
Essa é uma das hipóteses preliminares analisadas pelos investigadores. Vestígios com aparência de sangue foram encontrados ao longo de um percurso que parte de uma área mais elevada, perto da entrada do bloco 7, e chega ao local onde o corpo estava.
A distribuição desses vestígios pode indicar que a vítima recebeu os tiros em outro ponto e percorreu parte do condomínio antes de cair. A Polícia Civil, porém, não trata essa hipótese como conclusão. A dinâmica depende da análise das manchas, de possíveis elementos balísticos, das imagens de segurança e dos demais dados da investigação.
Moradores viram quem atirou contra Állefy no Jardim Yolanda?
Não. O boletim informa que os policiais não localizaram testemunhas presenciais capazes de explicar como ocorreu o homicídio.
As pessoas ouvidas no condomínio não souberam dizer quem fez os disparos, quantas pessoas participaram do crime, como o autor entrou ou saiu do local ou se houve uso de algum veículo.
Um morador declarou à polícia que residia havia pouco tempo no condomínio e não conhecia a vítima. Também não havia parentes de Állefy no endereço no momento do primeiro atendimento.
O caso amplia a atenção sobre crimes com arma de fogo nessa região da cidade. Em abril de 2026, o Vale 360 News noticiou uma tentativa de homicídio no Jardim Yolanda, na qual um jovem de 20 anos sofreu um tiro no tórax.
Como a Polícia Civil tenta identificar o autor do homicídio?
Policiais civis do Plantão de Jacareí e da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) iniciaram diligências logo após o crime. As equipes procuram testemunhas, moradores que possam ter informações e câmeras de segurança internas ou externas.
Os investigadores também verificam os últimos contatos e deslocamentos da vítima. Uma fotografia de uma pessoa que pode ter estado com Állefy antes ou perto do horário do crime passou a fazer parte das verificações policiais. A presença dessa pessoa na fotografia, por si só, não indica autoria ou participação no homicídio.
Um telefone celular encontrado com a vítima também foi preservado para os procedimentos legais. A Polícia Civil ainda recolheu elementos que podem auxiliar a apuração.
O trabalho da DIG tem papel central em investigações de crimes graves na cidade. Em junho, o Vale 360 News mostrou uma prisão feita pela equipe de Homicídios da DIG de Jacareí durante outra investigação na cidade.
A arma usada no crime foi encontrada?
Não. O boletim policial informa que, até o término do registro, não havia notícia sobre a localização da arma utilizada no homicídio.
A existência de estojos, projéteis, fragmentos ou outros vestígios balísticos também depende da conclusão dos exames e dos autos elaborados após a perícia no local.
Quem era o homem morto no Jardim Yolanda em Jacareí?
A vítima foi identificada como Állefy Domingues Maciel de Oliveira. Como não havia documentos disponíveis nem familiares no local capazes de fazer o reconhecimento imediato, a polícia utilizou recursos tecnológicos para obter uma identificação inicial. A equipe realizou verificações complementares e confirmou posteriormente a identidade.
Após o trabalho da perícia, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal para exame necroscópico. O procedimento deve fornecer informações técnicas sobre a causa da morte, as perfurações e as trajetórias dos projéteis.
O Vale 360 News também acompanha outros homicídios registrados neste ano no município. Em junho, por exemplo, um comerciante morreu após ser atingido por tiros em Jacareí.
O que falta esclarecer sobre o homicídio no Jardim Yolanda?
A Polícia Civil ainda precisa esclarecer pontos fundamentais: quem efetuou os disparos, quantas pessoas participaram da ação, o ponto exato onde o ataque começou, quantos tiros foram feitos e qual foi a motivação.
As imagens de monitoramento podem ajudar na reconstrução dos momentos anteriores e posteriores ao crime. A análise do telefone e de outros elementos também pode esclarecer os últimos contatos da vítima.
Até o fechamento do boletim de ocorrência, não existiam elementos seguros para associar o homicídio a conflitos pessoais, dívidas, desavenças ou qualquer outra hipótese específica.
Outro episódio recente mostra a importância da identificação de suspeitos após crimes com arma de fogo. O Vale 360 News acompanhou uma tentativa de homicídio em Jacareí na qual um adolescente foi identificado e apreendido após a apuração policial.
A ocorrência do Jardim Yolanda foi registrada como homicídio consumado, previsto no artigo 121 do Código Penal. A investigação seguirá sob responsabilidade da unidade policial competente, com participação da DIG.
Informações que possam auxiliar a Polícia Civil podem ser repassadas às autoridades pelos canais oficiais. Em situação de emergência, a população deve acionar a Polícia Militar pelo telefone 190.

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Perguntas frequentes sobre o homicídio em condomínio em Jacareí
Quem morreu no condomínio no Jardim Yolanda?
A vítima foi identificada como Állefy Domingues Maciel de Oliveira, de 28 anos. Ele morreu no local após sofrer ferimentos causados por disparos de arma de fogo.
Onde ocorreu o homicídio em Jacareí?
O crime ocorreu em uma área de condomínio na Rua Julieta de Mancilha Passos, no Jardim Yolanda, em Jacareí.
Quantos tiros atingiram a vítima?
A perícia observou cinco perfurações no corpo, mas ainda não definiu o número exato de disparos. Os laudos técnicos devem esclarecer essa questão.
A Polícia Civil já identificou o autor do homicídio?
Não. Até o encerramento do boletim de ocorrência, a autoria permanecia desconhecida e nenhum suspeito tinha sido identificado como responsável pelo crime.
Qual foi a motivação do homicídio no Jardim Yolanda?
A motivação ainda é desconhecida. A Polícia Civil analisa imagens, contatos da vítima, vestígios periciais e outras informações para esclarecer o caso.
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Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.


