Manifestações organizadas por CUT, Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo e Grito dos Excluídos reuniram milhares de pessoas em diversas cidades do país, neste 7 de setembro de 2025, em defesa da democracia e da soberania nacional. O Sintricom (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário) integrou os atos, com dirigentes em São Paulo e presença no Litoral Norte paulista. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
São Paulo: diretoria do Sintricom na Praça da República
Na capital, a concentração começou às 9h, na Praça da República, com forte presença de sindicalistas, movimentos populares e representantes do governo federal. O Sintricom foi representado pelo presidente Marcelo da Costa e pelos diretores Reginaldo Garcia, Francisco Eudes, Jorge Costa, Evane da Silva, Alex Alexandre, Cicero de Souza e Luiz Ricardo.
Com cartazes e bandeiras, manifestantes entoaram palavras de ordem contra a anistia a investigados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e em defesa de pautas trabalhistas. Participaram do ato o ministro do Trabalho Luiz Marinho e lideranças políticas como Edinho Silva (PT) e Guilherme Boulos (PSOL).
Litoral Norte: representação do Sintricom e apoio de Itapevi
No Litoral Norte, o diretor Davi Pereira representou o Sintricom em mobilizações regionais. A ação contou com o apoio do Sindicato da Construção Civil de Itapevi, que levou caminhão de som, ampliando a comunicação das reivindicações e o engajamento dos participantes.

Pautas: soberania, democracia e jornada de trabalho
Os organizadores destacaram quatro eixos centrais:
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Democracia: rejeição à anistia a acusados de participação nos atos antidemocráticos de 8/1/2023 e defesa de responsabilização.
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Soberania nacional: críticas a medidas externas consideradas lesivas ao país; os atos denunciaram o chamado “tarifaço” sobre produtos brasileiros exportados aos EUA e defenderam o Pix como conquista nacional.
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Direitos trabalhistas: fim da escala 6×1, apontada como prejudicial ao descanso e à convivência familiar.
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Unidade social: aproximação entre sindicatos, movimentos populares e entidades civis “em defesa do futuro do Brasil”.
Ao citar discurso presidencial, organizadores lembraram a frase: “Não somos e não seremos colônia de ninguém. Somos capazes de governar e cuidar da nossa terra e da nossa gente.”
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