Polícia Civil prende sete suspeitos de vários crimes, sendo três mulheres e quatro homens, no Vale do Paraíba. A operação para cumprir decisão da Justiça de Queluz, aconteceu na cidade de Areias. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
Quatro homens, de 18, 24, 36 e 37 anos, e três mulheres, de 23, 26 e 34 anos, foram presos pelos acusados dos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Contexto da operação
A equipe foi mobilizada para cumprir decisão da Vara de Queluz. No imóvel, segundo o boletim, os policiais localizaram drogas e apetrechos dispersos por diversos cômodos, além de três pés de maconha cultivados no quintal.
Diante das evidências, a autoridade policial autuou os envolvidos por tráfico (art. 33) e associação (art. 35) da Lei 11.343/06. Uma mulher foi autuada por porte ilegal de arma de fogo (art. 14 da Lei 10.826/03), e um homem, por adulteração de sinal identificador de veículo automotor (art. 311 do CP).
O que foi apreendido
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Arma: pistola Taurus .32 (nº FK023321), 14 munições intactas;
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Drogas:
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Maconha: 131,5 g (41 porções) + 3 pés (245 g) + sementes;
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Cocaína: 30 pinos (23,5 g) + 1 porção (4,5 g);
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Crack: 2 pedras (3,5 g);
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Haxixe: 2 porções (20 g);
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Ecstasy: 10 comprimidos (11,5 g);
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Lança-perfume: 3 frascos (~300 ml);
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Dinheiro: R$ 900,35 (notas e moedas);
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Equipamentos e insumos: 2 rádios Baofeng, balança, 140 “sacolés”, 48 microtubos, lâminas de barbear, triturador;
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Veículo: motocicleta (aparente Honda XL 125) sem placa e com chassi adulterado.
Dinâmica do flagrante
De acordo com o registro, os policiais ingressaram no imóvel, informaram o teor do mandado e iniciaram as buscas. A pistola foi localizada com uma das autuadas, de 26 anos, que estava com um bebê no colo.
Após indagação, ela retirou a arma da cintura, segundo o relato. O material entorpecente estava espalhado e camuflado entre roupas e utensílios, em condições precárias de salubridade.
Além das drogas e do dinheiro, a equipe recolheu seis celulares e rádios usados para comunicação. A motocicleta adulterada foi apreendida no quintal e associada a um dos autuados.
Indiciamentos e encaminhamentos
A autoridade policial determinou a lavratura do Auto de Prisão em Flagrante pelos crimes de tráfico e associação a todos os autuados. Porte ilegal de arma foi atribuído à mulher flagrada com a pistola, e adulteração de sinal identificador ao proprietário da motocicleta.
O boletim de ocorrência relata que um dos autuados confessou participação na venda de drogas no local. Outros optaram por permanecer em silêncio e um confessou parcialmente (afirmou ter ciência da venda de entorpecentes no endereço). Após a formalização das peças, os presos seriam encaminhados ao sistema prisional para audiência de custódia.
Representações da Polícia Civil
O Delegado responsável pelo caso representou por:
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Prisão preventiva dos autuados (garantia da ordem pública e conveniência da instrução);
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Quebra de sigilo dos aparelhos celulares apreendidos, para extração de dados;
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Autorização judicial para destruição das drogas, arma e materiais inservíveis.
Cenário local
O boletim registra que a circunscrição enfrenta uma disputa entre grupos rivais pelo comando do tráfico de drogas, com parentes e residentes no mesmo endereço entre os envolvidos.
O documento menciona investigações correlatas envolvendo homicídios, tentativas de homicídio e disparos de arma de fogo em Areias, com impacto nos indicadores de criminalidade e na sensação de segurança da população.
Perguntas frequentes
Houve mandado judicial?
Sim. O cumprimento se deu por ordem judicial expedida pela Comarca de Queluz (processo nº 1500297-50.2025.8.26.0488).
Quais crimes foram atribuídos no flagrante?
Tráfico de drogas (art. 33 da Lei 11.343/06), associação para o tráfico (art. 35), porte ilegal de arma (art. 14 da Lei 10.826/03) e adulteração de sinal identificador de veículo (art. 311 do CP).
Quais drogas foram apreendidas?
Maconha (porções, pés e sementes), cocaína (pinos e porção), crack, haxixe, ecstasy (comprimidos) e lança-perfume.
Os autuados confessaram?
Um confessou envolvimento; outros exerceram o direito ao silêncio; um admitiu parcialmente.
Para onde foram encaminhados?
Após a lavratura do flagrante, os autuados seriam encaminhados ao sistema carcerário provisório para audiência de custódia.
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