Homem é investigado por tentar atropelar GCM em Caçapava. Segundo boletim de ocorrência, ele estaria dirigindo sob efeito de álcool nas imediações das festividades do aniversário da cidade e avançou com o carro na direção de um agente da Guarda Civil Municipal (GCM) na noite de terça-feira (14/04). CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
De acordo com o registro policial, equipes da Polícia Militar e da GCM faziam patrulhamento próximo às festividades quando viram um VW Gol branco cujo condutor, de 53 anos, aparentava estar embriagado, inclusive com um copo de cerveja para fora do veículo e causando desordem na área dos fundos do estacionamento.
O boletim relata que, no momento em que um agente da GCM tentava orientar o motorista, o homem entrou no carro e, ao ser abordado, teria jogado o veículo em direção ao guarda. Em seguida, houve breve acompanhamento até a abordagem em via pública.
Ainda segundo o BO, o investigado estava em estado de grande alteração, desobedeceu ordens legais, proferiu ofensas e ofereceu resistência, o que exigiu contenção e uso de algemas. Depois, já na delegacia, passou a afirmar que não dirigia o veículo e que sua esposa estaria na condução.
Tentativa de atropelar GCM em Caçapava: o que diz o BO
O caso foi registrado na Rua Mateus Lourenço de Carvalho, na região do Vera Cruz, por volta de 22h30. O boletim enquadra a ocorrência, em tese, como embriaguez ao volante, falso testemunho ou falsa perícia e desobediência.
Segundo a versão apresentada pelos policiais e por um segurança do evento, o homem apresentava sinais visíveis de embriaguez e tentou avançar com o automóvel quando era verbalizado por um agente público. O GCM afirmou que não sofreu lesões.
As ocorrências aconteceram durante as comemorações dos 171 anos do município. O aniversário de Caçapava 2026 teve programação especial entre os dias 9 e 14 de abril, com shows e atividades em vários pontos da cidade.
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Investigado negou que dirigia e disse que a esposa estava ao volante
No depoimento registrado no boletim, o investigado disse que havia consumido bebida alcoólica, mas negou que estivesse dirigindo no momento dos fatos. Segundo a versão dele, quem conduzia o carro era a esposa.
A mulher também prestou esclarecimentos e afirmou que dirigia o veículo quando o casal deixava as festividades. Ela declarou ainda que ambos já estavam fora do automóvel quando equipes policiais e da GCM chegaram ao local.
Apesar da versão apresentada pelo casal, o boletim registra que a narrativa contrasta com o que foi relatado pelos policiais e pelo guarda envolvido na ocorrência.
Laudo apontou alcoolização, mas delegado determinou apuração mais aprofundada
O delegado de plantão determinou a oitiva das partes, a juntada de documentos e a requisição de exame pericial ao IML. No registro, consta que o médico legista concluiu que o investigado estava alcoolizado.
Mesmo assim, o próprio boletim aponta que ainda há dúvida sobre quem estaria dirigindo o veículo no momento dos fatos e que a possível prática de falso testemunho dependerá de eventual confirmação por imagens e análise dos depoimentos. Por isso, o caso seguiu para apreciação do delegado titular.
Caçapava já teve outros casos recentes de embriaguez ao volante com registro policial e também perseguição com motorista bêbado e manobras perigosas no município.
Atuação da GCM em Caçapava também aparece em outras ocorrências recentes
A Guarda Civil Municipal também tem participado de outras ações de segurança em Caçapava. Em uma delas, um homem foi preso por causar tumulto no Hospital Fusam. Em outra, a GCM atendeu uma ocorrência de violência doméstica com prisão em flagrante.

Perguntas frequentes
Onde aconteceu o caso de embriaguez ao volante em festa de Caçapava?
Segundo o boletim de ocorrência, o caso foi registrado na Rua Mateus Lourenço de Carvalho, na região do Vera Cruz, em Caçapava.
O que o investigado teria feito, segundo o BO?
De acordo com o registro policial, ele teria dirigido embriagado nas proximidades da festa, desobedecido ordens legais, resistido à abordagem e avançado com o carro na direção de um agente da GCM.
O investigado admitiu que havia bebido?
Sim. No boletim, ele afirmou que consumiu bebida alcoólica, mas negou que estivesse dirigindo no momento da abordagem.
O laudo médico apontou embriaguez?
Sim. O boletim informa que o médico legista concluiu que o investigado estava alcoolizado.
O caso já está encerrado?
Não. O próprio delegado apontou que ainda há pontos a serem aprofundados, especialmente sobre quem dirigia o veículo e se houve falso testemunho.
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Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.

