Com 17 mortes em quatro meses, Taubaté tem megaoperação contra o crime organizado. As forças de segurança alegam que a escalada da violência na cidade se deve ao tráfico de drogas e tem por trás uma facção criminosa que age dentro dos presídios do Estado de São Paulo.
A operação denominada “Ninjas” foi deflagrada pela Polícia Civil e pelo Grupo de Ações Especiais contra o Crime Organizado, o Gaeco, e conta com o apoio da Secretaria de Administração Penitenciária e pelo Batalhão de Ações Especiais da PM, o Baep.
Pelo menos 14 pessoas foram presas e 15 mandados de prisão temporária foram expedidos pela Justiça, além de nove mandados de busca e apreensão.
As investigações, que duraram cerca de três meses, levaram a prisões e apreensões de mais de 70 kg de drogas, armas de fogo, e celulares. As contas de algumas pessoas envolvidas também foram bloqueadas pela Justiça.
As ações da facção criminosa seriam chefiadas por membros da organização, que estariam no regime semiaberto e estão presos no Pemano, o presídio Edgar Magalhães Noronha, em Tremembé.

