Pedestre morre atropelado na Dutra em Taubaté. O acidente envolveu um VW Up na noite de sábado (13/06), por volta de 23h45, no km 110 da Rodovia. A Polícia Civil registrou o caso como homicídio culposo na direção de veículo automotor e deixou de autuar o motorista em flagrante após apontar que ele prestou socorro e permaneceu no local. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
Pedestre morre atropelado na Dutra em Taubaté: O que se sabe?
O acidente ocorreu na pista sentido Rio de Janeiro da Via Dutra. De acordo com o boletim de ocorrência, o motorista seguia com a esposa em um VW Up branco pela faixa da esquerda no momento em que atingiu o pedestre, que estava a pé no leito carroçável da rodovia.
A ocorrência foi atendida por policiais rodoviários federais, acionados pela concessionária. A equipe médica da Concessionária RioSP compareceu ao local e emitiu documento de constatação de óbito.
O perito foi chamado para o trabalho técnico no trecho, e a funerária de plantão fez o traslado do corpo. O caso foi apresentado no plantão da Delegacia Seccional de Taubaté e encaminhado à delegacia da área do fato.
O Vale 360 News acompanha ocorrências na rodovia, como o caso em que um atropelamento deixou uma vítima fatal na Via Dutra em Taubaté, em outro trecho da cidade.
Quem era a vítima do atropelamento?
A vítima fatal foi identificada preliminarmente como Benedito Galvão dos Santos, de 64 anos. O boletim informa que ele não portava documento nas vestes no momento da ocorrência.
Cerca de 30 metros distante do ponto do atropelamento, os policiais encontraram objetos que poderiam pertencer à vítima. Entre eles havia uma certidão de casamento em nome de Benedito Galvão dos Santos.
Após consulta no sistema policial, a imagem localizada indicou compatibilidade com a pessoa encontrada morta. Tanto os policiais quanto o funcionário da funerária apontaram a identificação por meio da fotografia no sistema, conforme o registro.
Por que a identificação foi tratada como preliminar?
A identificação foi tratada com cautela porque a vítima não tinha documento pessoal junto ao corpo. A certidão encontrada e a foto no sistema auxiliaram a polícia, mas a confirmação formal pode depender de outros procedimentos oficiais.
Em casos assim, a autoridade policial pode usar documentos, reconhecimento por familiares, papiloscopia ou outros meios para confirmar a identidade da vítima de forma definitiva.
O motorista foi preso em flagrante?
Não. O boletim informa que não houve flagrante. O delegado deixou de autuar o motorista em flagrante com base no artigo 301 do Código de Trânsito Brasileiro.
A decisão levou em conta que, conforme o despacho da autoridade policial, o condutor prestou pronto, integral e eficaz socorro à vítima, não fugiu do local, acionou serviços de emergência e colaborou com os atendimentos necessários.
A Polícia Civil, no entanto, determinou o prosseguimento das investigações para esclarecer melhor as circunstâncias do acidente. A apuração deve considerar perícia, depoimentos, laudos e demais elementos técnicos.
O que o boletim diz sobre álcool?
O despacho da autoridade policial registra que havia indícios de ingestão de bebida alcoólica por parte do condutor. O mesmo documento informa que, para a incidência da qualificadora do artigo 302, parágrafo 3º, do Código de Trânsito Brasileiro, basta que o condutor esteja sob influência de álcool.
O boletim também ressalta que essa análise não impediu a aplicação do artigo 301 do CTB, usado para afastar a prisão em flagrante em razão da prestação de socorro. A investigação deve aprofundar esse ponto com laudos e demais provas.
Essa diferença é importante para o leitor. A ausência de flagrante não significa arquivamento do caso nem ausência de investigação. O registro foi feito como homicídio culposo no trânsito, e o motorista permanece investigado.
O que é homicídio culposo na direção de veículo?
Homicídio culposo na direção de veículo ocorre se uma pessoa morre em acidente de trânsito e a apuração aponta imprudência, negligência ou imperícia do condutor. A responsabilidade penal depende da análise das provas.
Em casos com suspeita de álcool, a pena pode ter aumento previsto no Código de Trânsito Brasileiro. A conclusão, porém, depende da investigação e do entendimento da autoridade responsável.
O que foi apontado sobre a travessia da vítima?
O boletim registra que o acidente ocorreu no período noturno e que, conforme informações preliminares, a vítima estaria em local indevido da rodovia, com roupa preta e em trecho de reduzida visibilidade.
Esses elementos devem ser analisados pela perícia e pela Polícia Civil. A informação não encerra a apuração, pois o inquérito precisa esclarecer a dinâmica completa do atropelamento, a posição da vítima, a velocidade do veículo e as condições da pista.
Rodovias exigem atenção extrema de pedestres e motoristas. Em vias de alta velocidade, uma travessia fora de passarela ou ponto seguro pode ter consequência fatal em poucos segundos.
Qual veículo se envolveu no atropelamento?
O veículo envolvido foi um VW Up Track branco, ano de fabricação 2016 e modelo 2017. De acordo com o registro, o automóvel estava relacionado ao motorista investigado e tinha proprietária cadastrada em Taubaté.
Durante revista pessoal e vistoria veicular, nada ilícito foi encontrado, segundo o boletim. O condutor e a testemunha foram levados à delegacia para conhecimento da autoridade policial.
A Polícia Civil pode requisitar exame do veículo, análise de danos, imagens da rodovia e outros elementos para reconstruir o ponto de impacto.
Por que atropelamentos na Dutra exigem atenção?
A Via Dutra é uma das rodovias mais movimentadas do país e cruza áreas urbanas de Taubaté. O fluxo intenso de carros, caminhões, ônibus e motos aumenta o risco em trechos com travessia irregular, baixa iluminação ou presença de pedestres no acostamento.
Para motoristas, a orientação é manter velocidade compatível, atenção à pista e distância segura. Para pedestres, a recomendação é usar passarelas, evitar entrada no leito carroçável e nunca atravessar em pontos sem visibilidade.
Como já publicou o Vale 360 News, a rodovia já teve outros casos graves, como o episódio em que um pedestre morreu após atropelamento na Via Dutra em Taubaté.
O que a Polícia Civil ainda deve apurar?
A investigação deve esclarecer a dinâmica do acidente, a condição do motorista, a posição exata da vítima, as circunstâncias da travessia e eventuais imagens de câmeras da concessionária.
Também podem ser analisados laudo pericial, documento de constatação de óbito, depoimentos dos policiais rodoviários federais, relato da esposa do motorista e registros de atendimento da concessionária.
O Vale 360 News também mostrou outros acidentes fatais no trecho de Taubaté, como o caso em que um motociclista foi atropelado por caminhão na Dutra em Taubaté.
Qual é o impacto para os usuários da rodovia?
Acidentes fatais na Dutra afetam familiares, equipes de resgate, policiais, concessionária e motoristas que passam pelo trecho. Mesmo sem informação de interdição prolongada no boletim, ocorrências com morte exigem perícia, preservação de vestígios e atenção no tráfego.
Para quem mora próximo à rodovia ou precisa atravessar a região, o caso reforça a necessidade de usar pontos seguros. Para condutores, a recomendação é redobrar o cuidado em trechos urbanos, principalmente à noite.

Perguntas frequentes
Onde ocorreu o atropelamento fatal na Dutra em Taubaté?
O atropelamento ocorreu no km 110 da Rodovia Presidente Dutra, na região da Vila São José, em Taubaté.
Qual foi o horário do acidente?
O boletim registra a ocorrência às 23h45 de sábado, 13 de junho.
Quem foi identificado como vítima?
A vítima foi identificada preliminarmente como Benedito Galvão dos Santos, de 64 anos.
O motorista foi preso em flagrante?
Não. A autoridade policial deixou de autuar o motorista em flagrante e determinou continuidade das investigações.
Qual foi a natureza registrada pela Polícia Civil?
O caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor, artigo 302 do Código de Trânsito Brasileiro.
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Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.

