Polícia Civil investiga estupro coletivo de adolescente em Caraguatatuba, ocorrido na manhã de quinta-feira (10/07), no bairro Sumaré. A vítima, uma jovem de 16 anos, foi encontrada em estado de choque e ensanguentada, mobilizando a Guarda Civil Municipal e o Conselho Tutelar. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
Na ocasião, a Guarda Civil Municipal (GCM) foi acionada por moradores e eles relataram que a adolescente havia invadido uma residência em estado de choque, usando uma calça de moletom suja de sangue, afirmando ter sido vítima de estupro coletivo em Caraguatatuba.
Diante da situação, o morador entrou em contato com o pai da adolescente, que se deslocou de Ubatuba até Caraguatatuba para encontrá-la na rodoviária. A GCM prestou apoio imediato e conduziu a jovem e o responsável até a UPA Central, onde ela recebeu os primeiros atendimentos médicos e suporte psicossocial.
Suspeita de estupro coletivo em Caraguatatuba mobiliza Polícia Civil
Na tarde do mesmo dia, dois suspeitos, adolescentes de 15 e 17 anos, foram conduzidos até a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Caraguatatuba, indicando a possibilidade de estupro coletivo. Um terceiro adolescente, de 17 anos, é investigado. O delegado responsável ouviu a adolescente, com acompanhamento do Conselho Tutelar, preservando os direitos da vítima e garantindo suporte emocional durante o depoimento.
Com base nos relatos, a Polícia Civil identificou o possível local do crime e iniciou diligências imediatas com apoio da GCM, buscando provas, imagens de câmeras de monitoramento e testemunhas que ajudem a esclarecer a dinâmica do crime.
O caso
A adolescente disse ao Conselho Tutelar que teria sido vítima de relações não consensuais duas vezes ao longo da madrugada desta quinta (10), sendo: uma às 02h e outra às 06h.
No interior do imóvel, onde foi abusada, a adolescente relatou que havia drogas e armas de fogo. Os policiais se dirigiram ao local dos fatos e encontraram o adolescente de 15 anos, que através de fotos apresentadas pelo Conselho Tutelar foi reconhecido pela vítima. No imóvel foram localizados: Pedaços de papel sujos de sangue na lixeira do banheiro, bitucas de cigarro; camas nas quais, segundo a vítima, ocorreram os abusos.
Outros adolescentes apresentaram-se a autoridade policial, um deles, de 17 anos, foi apreendido, bem o como o de 15. O outro adolescente, de 17 anos, é investigado.
Foram expedidos exames sexológicos e toxicológico à vítima. Aos averiguados, foi expedida requisição de exame médico legal para coleta de material genético,
Caso segue em investigação em Caraguatatuba
A Polícia Civil informou que o caso de estupro coletivo em Caraguatatuba está sendo investigado com prioridade, mas detalhes sobre prisões ou suspeitos não foram divulgados para não atrapalhar as investigações.
A adolescente permanece sob acompanhamento médico e psicológico, enquanto a família busca por justiça e segurança para a vítima, que ainda está abalada pelo ocorrido.
Dicas de segurança para adolescentes e famílias:
✅ Estabeleça comunicação constante com seus filhos, principalmente em saídas e deslocamentos.
✅ Oriente sobre locais seguros e como pedir ajuda em caso de emergência.
✅ Mantenha contatos de emergência salvos no celular da família.
✅ Em situações suspeitas, acione imediatamente a polícia pelo 190.

Perguntas Frequentes
O que aconteceu em Caraguatatuba?
Uma adolescente de 16 anos relatou ter sido vítima de estupro coletivo no bairro Sumaré, mobilizando a Guarda Civil Municipal e a Polícia Civil.
Onde a vítima foi encontrada?
Na residência de um morador, próximo ao Terminal Rodoviário, em estado de choque e com a roupa suja de sangue.
Quem está investigando o caso?
A Delegacia de Defesa da Mulher de Caraguatatuba, com apoio da Polícia Civil e da Guarda Civil Municipal.
O caso foi confirmado como estupro coletivo?
A Polícia Civil investiga como possível estupro coletivo, mas os detalhes dependem do avanço das investigações.
Como posso denunciar casos de violência sexual?
Você pode ligar para o Disque 100, acionar o 190 ou procurar diretamente a Delegacia de Defesa da Mulher ou o Conselho Tutelar da sua cidade.
*matéria em atualização
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