Acidente fatal na BR-459 em Lorena: motociclista morre após colisão frontal com carro. Saiba quem é

Acidente fatal na BR-459 em Lorena matou o motociclista Kelvin Teodoro da Silva, de 25 anos, na noite desta quinta-feira (28/05), no km 22+300 da rodovia, nas proximidades de um radar de velocidade, após uma colisão frontal entre a moto que ele conduzia e um Fiat Uno; o caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor e também apura a retirada da motocicleta do local antes da preservação do cenário. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP

O boletim de ocorrência foi elaborado no Plantão da Delegacia Seccional de Guaratinguetá, com circunscrição do 1º Distrito Policial de Lorena.

Segundo o registro, a vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada à Santa Casa de Lorena, mas não resistiu aos ferimentos.

Acidente fatal na BR-459 em Lorena ocorreu perto de radar de 40 km/h

O acidente fatal na BR-459 em Lorena ocorreu por volta das 21h, no trecho do km 22+300, no Parque Rodovias. De acordo com o boletim, o Fiat Uno trafegava no sentido Itajubá quando reduziu a velocidade ao se aproximar de um radar de 40 km/h.

Nesse momento, a motocicleta conduzida por Kelvin teria invadido a pista contrária e colidido frontalmente contra o automóvel.

Colisão envolveu moto e Fiat Uno

O carro envolvido no acidente é um Fiat Uno Vivace 1.0, de cor preta, ano 2015. O veículo foi periciado no local. O boletim informa que não houve apreensão do Fiat Uno porque o automóvel passou por perícia no próprio local do acidente.

A motocicleta, porém, segundo o registro policial, já havia sido retirada da cena antes da preservação do local.

Condutor disse que não viu a motocicleta antes do impacto

O motorista do carro relatou à polícia que não visualizou previamente a motocicleta porque ela estaria com os faróis apagados.

Ele afirmou que apenas sentiu o impacto da colisão e, em seguida, estacionou o veículo no acostamento, permanecendo no local até a chegada do socorro e das equipes policiais.

A Polícia Civil registrou que, em análise inicial, o condutor do automóvel não apresentava capacidade psicomotora alterada e transitava em velocidade compatível com a via.

Testemunha relatou alta velocidade e manobras perigosas

Uma testemunha informou que trafegava de motocicleta logo atrás da vítima e presenciou os fatos. Segundo esse depoimento, Kelvin conduzia a motocicleta em alta velocidade e realizava manobras perigosas momentos antes da colisão.

A testemunha também relatou que a vítima teria ultrapassado veículos, avançado sinal vermelho e transitado pela contramão de direção antes do impacto. Ainda conforme o depoimento, a motocicleta estava com os faróis dianteiro e traseiro apagados, e a colisão frontal ocorreu contra o Fiat Uno.

O que se sabe sobre o acidente

Informação Detalhe registrado
Cidade Lorena
Rodovia BR-459
Trecho Km 22+300
Bairro/Referência Parque Rodovias
Data 28 de maio de 2026
Horário Por volta das 21h
Vítima fatal Kelvin Teodoro da Silva, 25 anos
Veículo envolvido Fiat Uno Vivace 1.0, cor preta
Tipo de colisão Frontal
Registro policial Homicídio culposo na direção de veículo automotor, inovação artificiosa em acidente automobilístico e colisão

Motociclista foi socorrido, mas morreu na Santa Casa

De acordo com o boletim, quando os policiais rodoviários federais chegaram ao local, a vítima já havia sido socorrida pelo Corpo de Bombeiros.

Kelvin foi encaminhado à Santa Casa de Lorena, mas morreu em decorrência dos ferimentos sofridos no acidente.

O caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor, quando não há intenção de matar, mas a morte ocorre em contexto de trânsito e será apurada pela Polícia Civil.

Motocicleta foi retirada antes da preservação do local

Outro ponto destacado no boletim é que a motocicleta da vítima teria sido retirada do local por familiares antes da preservação do cenário do acidente.

Segundo os policiais rodoviários federais, ao chegarem ao trecho da rodovia, a vítima já havia sido socorrida, mas a motocicleta não estava mais no local.

A Polícia Civil apontou indícios de possível crime previsto no artigo 312 do Código de Trânsito Brasileiro, que trata de inovar artificiosamente, em caso de acidente automobilístico, o estado de lugar, coisa ou pessoa para induzir a erro o agente policial, o perito ou o juiz.

PRF analisou marcas na pista e informações de testemunhas

Conforme o boletim, os policiais rodoviários federais analisaram marcas existentes na pista e informações colhidas junto às testemunhas.

A partir desses elementos iniciais, foi apontado que a motocicleta transitava no sentido Dutra e, ao se aproximar do radar, teria realizado manobra pela contramão, colidindo frontalmente contra o automóvel.

A perícia técnica foi acionada e compareceu ao local para os trabalhos periciais.

Motorista do carro foi liberado após registro

A autoridade policial deixou de decretar prisão em flagrante e formal indiciamento do condutor do automóvel naquele momento.

Segundo o despacho, em análise inicial, havia informações de que a vítima teria acessado a contramão e provocado o acidente. O delegado também citou a necessidade de aguardar o laudo pericial para confirmar os fatos apurados.

O motorista permaneceu no local, aguardou a chegada dos policiais e teria acionado socorro à vítima, segundo o registro. Ao final, foi liberado.

Enquadramento legal do acidente fatal na BR-459 em Lorena

O acidente fatal na BR-459 em Lorena foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor, previsto no artigo 302 do Código de Trânsito Brasileiro.

Também foi registrada a natureza de inovação artificiosa em caso de acidente automobilístico, prevista no artigo 312 do CTB, em razão da retirada da motocicleta do local antes da preservação do cenário.

A investigação deverá esclarecer a dinâmica exata da colisão, a velocidade dos veículos, as condições de iluminação da motocicleta e eventual responsabilidade criminal.

O que ainda será investigado no acidente fatal na BR-459 em Lorena

A Polícia Civil deverá aguardar o laudo pericial e analisar os depoimentos colhidos no registro da ocorrência.

Entre os pontos que ainda precisam ser esclarecidos estão a dinâmica da colisão, o trajeto da motocicleta, as condições da pista, a iluminação dos veículos e a retirada da moto do local.

O caso será encaminhado à unidade policial com atribuição para apurar os fatos em Lorena.

acidente-fatal-na-br-459-em-lorena
Foto: Google Maps

Perguntas frequentes

Quem morreu no acidente fatal na BR-459 em Lorena?

A vítima fatal foi Kelvin Teodoro da Silva, de 25 anos.

Onde ocorreu o acidente?

O acidente ocorreu no km 22+300 da BR-459, em Lorena, nas proximidades de um radar de velocidade.

Quando aconteceu o acidente?

A colisão foi registrada na noite de quinta-feira, 28 de maio de 2026, por volta das 21h.

Quais veículos se envolveram na colisão?

O acidente envolveu uma motocicleta conduzida pela vítima e um Fiat Uno Vivace 1.0, de cor preta.

O motorista do carro foi preso?

Não. A autoridade policial deixou de decretar a prisão em flagrante, e o condutor foi liberado após o registro.

Por que a moto retirada do local é investigada?

Porque a retirada da motocicleta antes da preservação do cenário pode configurar inovação artificiosa em caso de acidente automobilístico, prevista no artigo 312 do CTB.

Houve perícia?

Sim. A perícia técnica foi acionada e compareceu ao local para os trabalhos periciais.

O que a investigação ainda precisa esclarecer?

A investigação deve esclarecer a dinâmica da colisão, as condições da motocicleta, a velocidade dos veículos e eventual responsabilidade criminal.

Qual foi o registro policial?

O caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor, inovação artificiosa em acidente automobilístico e colisão.

Links recomendados

ENTRE NO GRUPO DE NOTÍCIAS DE TAUBATÉ

ENTRE NO GRUPO DE NOTÍCIAS DO VALE DO PARAÍBA

Siga nosso Instagram

Jesse Nascimento
Jesse Nascimento

Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.