DIG de Jacareí fecha fábrica clandestina de palmito e apreende meia tonelada do produto

Uma fábrica clandestina de palmito foi fechada pela DIG de Jacareí nesta quinta-feira (16/01/2026), na Rua Tupari, no bairro Igarapés, na zona rural, e quase meia tonelada do produto foi apreendida durante a ação. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP

Segundo a Polícia Civil, os policiais da equipe de Patrimônios da DIG de Jacareí chegaram ao imóvel durante uma operação voltada à captura de foragidos da Justiça. No local, a equipe identificou uma fábrica clandestina de palmito usada para envase e conserva irregular de palmitos supostamente adquiridos de forma ilegal.

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Como a DIG de Jacareí encontrou a fábrica clandestina de palmito

De acordo com o relato policial, a equipe chegou ao endereço na Rua Tupari, no bairro Igarapés, e foi atendida por um homem. Ao perceber que se tratavam de policiais, ele teria tentado fugir, mas foi alcançado e abordado.

O idoso, de 62 anos, é suspeito e afirmou aos agentes que correu porque o local funcionava como uma fábrica clandestina de palmito, dedicada ao envasamento e à conserva irregular do produto.

O que os policiais disseram ter encontrado na fábrica clandestina de palmito

Durante a vistoria, os investigadores relataram a existência de diversos recipientes e materiais usados no processo de envase. Segundo a DIG, parte desses recipientes seria lavada e reutilizada de forma irregular, sem higienização adequada, o que reforçou a suspeita de crime contra a saúde pública.

Em um dos quartos do imóvel, ainda segundo a polícia, foram encontrados milhares de recipientes com palmito já envasado, armazenados sem refrigeração. A informação é que o material seria rotulado e encaminhado para venda em Jacareí e região.

Meia tonelada apreendida: Vigilância Sanitária ajudou na contagem e descarte

Ao todo, foram apreendidos quase 500 quilos de palmito. Por causa do volume, a Polícia Civil solicitou apoio da Vigilância Sanitária para auxiliar na contagem e no descarte correto do produto e de materiais considerados impróprios para armazenamento e conserva.

A DIG de Jacareí informou que toda a carga estava vinculada à fábrica e foi separada para destinação adequada, evitando que o produto chegasse ao consumidor.

Prisão em flagrante: quais crimes a polícia atribuiu no caso da fábrica clandestina de palmito

O suspeito foi autuado em flagrante e permaneceu à disposição da Justiça. Segundo a Polícia Civil, ele deve responder por:

  • crime ambiental (em razão da origem/obtenção do palmito apontada como irregular);
  • crime contra a saúde pública (pela produção e armazenamento em condições inadequadas);
  • falsificação (associada ao processo de rotulagem/colocação do produto no mercado, conforme apontado na ocorrência).

Por que fábrica clandestina de palmito preocupa

Além do aspecto ambiental, uma fábrica clandestina de palmito representa risco ao consumidor por envolver manipulação e armazenamento de alimento fora de padrões sanitários, o que pode favorecer contaminação e intoxicações. Por isso, operações com apoio de Vigilância Sanitária e forças de segurança têm mirado esquemas de produtos clandestinos na região.

O Vale 360 News já mostrou outras ações de fiscalização e combate a produtos sem procedência, com foco em segurança alimentar e proteção da população.

Perguntas frequentes sobre fábrica clandestina de palmito em Jacareí

Onde a fábrica clandestina de palmito foi localizada?

A polícia informou que a fábrica clandestina de palmito funcionava na Rua Tupari, no bairro Igarapés, em Jacareí, na zona rural.

Quanto foi apreendido na ação contra a fábrica clandestina de palmito?

Segundo a DIG, foram apreendidos quase 500 kg de palmito ligado à fábrica clandestina de palmito.

Quem atuou na ocorrência?

A ação foi realizada por policiais da equipe de Patrimônios da DIG de Jacareí, com apoio da Vigilância Sanitária para contagem e descarte do produto.

Quais crimes foram apontados?

O suspeito foi autuado em flagrante por crime ambiental, crime contra a saúde pública e falsificação, de acordo com a Polícia Civil.

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