Golpe em nome da Fusam Caçapava acendeu o alerta após a instituição informar que criminosos estão fazendo ligações indevidas para pedir pagamento por exames e procedimentos. A orientação é direta: o hospital não cobra por consultas, exames nem qualquer atendimento feito pelo SUS. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
Em comunicado, a FUSAM reforçou que todos os atendimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde são 100% gratuitos e repudiou as tentativas de fraude. A recomendação é não fazer nenhum pagamento e não informar dados pessoais ou bancários em contatos suspeitos.
Golpe em nome da Fusam Caçapava: como geralmente funciona
Esse tipo de crime costuma seguir um roteiro parecido. O golpista liga ou manda mensagem se apresentando como médico, funcionário do hospital, recepção, setor administrativo ou até equipe responsável por exames. Em seguida, afirma que existe uma cobrança pendente para liberar um procedimento, exame, cirurgia, internação, transferência ou medicação.
Para aumentar a pressão, o criminoso costuma dizer que o caso é urgente e que o pagamento precisa ser feito na hora, normalmente por Pix, transferência ou depósito. Em alguns casos, ele usa informações básicas do paciente ou do familiar para passar mais confiança e fazer a mentira parecer verdadeira.
Por que esse golpe convence tantas pessoas
O principal fator é o abalo emocional. Quando alguém da família está em atendimento ou aguardando exame, a chance de agir por impulso aumenta. O criminoso explora justamente esse momento de tensão para induzir a vítima a pagar sem checar a informação pelos canais corretos.
O Vale 360 News já mostrou um alerta semelhante da própria instituição no caso de familiares de pacientes internados na UTI da Fusam, quando a orientação também foi para não transferir valores e desconfiar de contatos telefônicos ou por mensagens.
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Golpe em nome da Fusam Caçapava: como se prevenir
A forma mais segura de evitar prejuízo é simples: nunca pague nada após ligação, mensagem ou contato inesperado em nome do hospital. Desligue imediatamente e procure confirmação apenas em canal oficial da instituição ou de forma presencial.
Também é essencial não compartilhar CPF, número de cartão, senha, código recebido por SMS, chave Pix, foto de documento ou qualquer dado bancário. Se a conversa vier por aplicativo, evite clicar em links e não continue o atendimento fora do canal oficial.
Outra medida importante é avisar familiares, principalmente idosos, sobre esse padrão de abordagem. Quanto mais pessoas souberem que atendimento pelo SUS não tem cobrança direta ao paciente, menor a chance de cair na fraude.
O que fazer se alguém já pagou
Se a vítima já fez transferência ou Pix, a orientação é entrar em contato com o banco imediatamente para tentar bloquear ou contestar a operação. Depois disso, o ideal é registrar boletim de ocorrência e guardar prints de conversa, comprovantes, números de telefone e dados usados pelos criminosos.
O portal também acompanhou outros alertas de fraude na região, como a matéria sobre novo tipo de golpe denunciado em Taubaté e a reportagem sobre casos de estelionato no Vale do Paraíba e Litoral Norte.

Perguntas frequentes
A Fusam cobra por exames, consultas ou procedimentos do SUS?
Não. Segundo o alerta, os atendimentos realizados pelo SUS são gratuitos.
Como o golpe costuma começar?
Geralmente por ligação ou mensagem em que alguém se passa por funcionário do hospital e pede pagamento urgente para liberar algum atendimento.
O que nunca deve ser feito?
Nunca faça Pix, transferência, depósito ou informe dados pessoais e bancários sem confirmar diretamente com a instituição pelos canais oficiais.
Como confirmar se o contato é verdadeiro?
A forma mais segura é encerrar a chamada e procurar a unidade por canal oficial publicado pelo próprio hospital ou presencialmente.
O que fazer se eu já tiver pago?
Entre em contato com o banco imediatamente, tente contestar a transação, registre boletim de ocorrência e guarde todos os comprovantes e prints.
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Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.

