Pintor morre após choque elétrico e queda de sete metros no Centro de Caçapava

Pintor morre após choque elétrico e queda de sete metros no Centro de Caçapava. Um homem de 40 anos trabalhava na Rua Prudente de Moraes, em um imóvel, quando encostou uma barra de ferro na fiação elétrica. Ele chegou a ser socorrido pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e levado a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP

Como aconteceu o acidente, segundo o boletim de ocorrência

Trabalho em altura próximo à rede elétrica

O histórico do boletim relata que a vítima trabalhava como pintor em determinado local quando subiu uma escada para realizar a pintura de uma barra de ferro instalada próxima à fiação elétrica.

Durante a execução do serviço, conforme anotado pela Polícia Civil, a vítima sofreu um choque elétrico, perdeu o equilíbrio e caiu de aproximadamente sete metros de altura. A queda, associada ao choque, provocou lesões graves, que se mostraram incompatíveis com a sobrevivência.

Acionamento do SAMU e tentativa de socorro

Ainda segundo o boletim, um jovem, de 20 anos, e qualificado como testemunha, estava presente no momento do acidente. Ele foi quem acionou o (SAMU) assim que viu a queda e o estado da vítima.

A equipe do SAMU prestou atendimento no local e encaminhou o pintor a Fusam.

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Próximos passos: perícia e consequências do acidente

Embora o boletim de ocorrência não traga todos os detalhes sobre a etapa posterior, em casos como esse, é comum que sejam adotadas as seguintes medidas:

  • Encaminhamento do corpo ao Instituto Médico Legal (IML) para realização de exame necroscópico, a fim de confirmar a causa da morte e descrever as lesões;

  • Comunicação aos órgãos de fiscalização de segurança e saúde no trabalho, caso se comprove formalmente o vínculo empregatício ou a caracterização legal de acidente de trabalho;

  • Possível abertura de procedimento em órgãos como Ministério do Trabalho ou Ministério Público do Trabalho, a depender do enquadramento da atividade e das condições em que o serviço era prestado.

No âmbito da Polícia Civil, o boletim aponta solução como “apreciação do delegado titular”, o que indica que caberá à autoridade policial analisar se há necessidade de abertura de inquérito policial ou se o caso permanecerá apenas como registro de morte acidental sem indício de crime.

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Riscos em trabalhos próximos à rede elétrica

Sem emitir juízo sobre este caso específico, o próprio histórico do BO, ao mencionar pintura em barra de ferro próxima à fiação elétrica, chama atenção para um ponto crítico da segurança do trabalho:

  • Trabalhos em altura;

  • Uso de equipamentos metálicos (escadas, barras, ferramentas);

  • Proximidade com fiação energizada.

As normas de segurança recomendam, em situações assim, cuidados como:

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  • Desenergização da rede, quando possível;

  • Adoção de equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados (luvas isolantes, calçados apropriados, cintos de segurança, capacete);

  • Utilização de equipamentos de proteção coletiva (EPCs), como isolamento da área e barreiras;

  • Planejamento prévio da atividade, com análise de risco e orientação técnica.

A ausência, falha ou insuficiência desses elementos pode aumentar significativamente o risco de acidentes graves ou fatais.

Pintor morre após choque elétrico
Foto: Google Maps

Perguntas frequentes

1. Quem era a vítima do acidente?

Homem, de 40 anos. Ele é qualificado no boletim como pintor.

2. Onde o acidente aconteceu?

O acidente ocorreu em um imóvel localizado na Rua Prudente de Moraes, Centro, Caçapava.

3. O que exatamente aconteceu com o trabalhador?

Segundo o relato registrado na delegacia:

  • Ele trabalhava como pintor;

  • Subiu uma escada para pintar uma barra de ferro próxima à fiação elétrica;

  • Sofreu um choque elétrico;

  • Perdeu o equilíbrio;

  • Caiu de aproximadamente sete metros de altura;

  • Foi socorrido pelo SAMU e levado ao hospital;

  • Veio a óbito em razão das lesões da queda.

4. O caso é tratado como crime?

Até o momento do registro, não. O boletim foi classificado como:

  • Não criminal – morte suspeita;

  • Morte acidental.

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Isso significa que, neste estágio, o fato é tratado como acidente de trabalho fatal, sem indicação formal de autoria de crime. Ainda assim, o delegado titular deve apreciar o caso e decidir se haverá necessidade de investigação mais aprofundada.

5. Quem chamou o socorro?

O BO informa que um jovem qualificado como testemunha, estava no local no momento do acidente e acionou imediatamente o SAMU, que fez o transporte da vítima até o hospital.

6. A família registrou o boletim?

Sim. Uma parente prestou as informações sobre o acidente e pediu o registro para que fossem tomadas as providências cabíveis.

7. Há informação sobre uso de equipamentos de proteção?

O boletim de ocorrência não traz detalhes sobre uso de equipamentos de proteção individual ou coletiva, como cinto de segurança, luvas, botas ou dispositivos isolantes. Esses aspectos costumam ser avaliados em laudos técnicos e perícias específicas, fora do texto do BO.

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Jesse Nascimento
Jesse Nascimento

Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.