Nesta última decisão, o desembargador, Jonas Augusto Garcia, relator da 5ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça, cita “embriaguez” e “excesso de velocidade”. A defesa de Fernando Sastre Filho alegou constrangimento ilegal e queria que empresário aguardasse processo solto.
A defesa ainda sustentou na argumentação à Justiça que a imprensa tornou Fernando “inimigo público número 1 desse país” e que a prisão é desproporcional e poderia ser substituída por medidas cautelares.
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