Assassinato de “Tia Dri” causa comoção em Pinda entre moradores do Araretama após Adriana Silva dos Santos, de 48 anos, morrer com um tiro na cabeça na noite de sábado (29/08), na Avenida Nicanor Ramos Nogueira. O filho dela também foi baleado no abdome ao confrontar o homem apontado como autor do crime. Outra mulher sofreu um tiro no pé durante um confronto entre o suspeito e policiais militares. O homem acabou ferido na perna, recebeu atendimento médico e foi preso em flagrante por homicídio e tentativa de homicídio. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
Moradores contaram ao Vale 360 News que Adriana era conhecida no bairro como “Tia Dri”. Eles estimam que ela tivesse cerca de 45 anos. A vítima trabalhava como costureira e morava perto do local do crime.
Os relatos mostram a relação dela com a comunidade. Vizinhos e conhecidos a chamavam de “mãe” e “mãezona”, apelidos usados por pessoas que conviviam com ela no Araretama.
O boletim de ocorrência também esclarece pontos que estavam indefinidos nas primeiras horas. A reportagem inicial do Vale 360 News, publicada com a ocorrência ainda em atendimento, recebeu a informação preliminar de um duplo homicídio no bairro Araretama. O registro policial posterior aponta uma vítima fatal, dois civis feridos e o suspeito baleado durante confronto com a Polícia Militar.
O que o BO diz sobre o assassinato de Tia Dri em Pinda?
O crime ocorreu por volta das 21h, na região da Avenida Nicanor Ramos Nogueira. De acordo com o boletim, Adriana e o homem apontado como autor estavam em um bar.
O registro informa que, por motivo ainda desconhecido, o homem sacou uma arma e efetuou um disparo contra Adriana. O tiro acertou a cabeça da vítima.
Equipes de emergência foram chamadas. O médico do Samu constatou a morte de Adriana no local.
A Polícia Civil não apresentou, no trecho do boletim disponibilizado à reportagem, uma explicação para o que teria provocado o ataque. A relação anterior entre Adriana e o suspeito também não aparece esclarecida.
Como o filho de Tia Dri acabou baleado?
O filho de Adriana recebeu a notícia de que a mãe tinha sofrido um disparo e foi até o local, próximo à residência dela.
Pessoas que estavam na região apontaram o homem suspeito de ter atirado contra Adriana. O BO relata que o filho se aproximou do veículo onde esse homem estava para confrontá-lo.
Nesse momento, o suspeito efetuou outro disparo. A bala o atingiu de forma superficial na região do abdome.
O jovem buscou proteção atrás de um carrinho de lanches. Pessoas que acompanhavam a ocorrência prestaram auxílio e o levaram para atendimento.
O boletim não informa lesões mais graves no filho da vítima nem apresenta, no trecho repassado à reportagem, uma atualização posterior sobre seu quadro clínico.
Como começou o confronto entre o suspeito e a Polícia Militar?
Policiais militares chegaram ao Araretama para atender a ocorrência de homicídio. Pessoas presentes no local indicaram quem seria o autor do tiro contra Adriana.
Os agentes foram em direção ao suspeito e deram ordem para que ele parasse e levantasse as mãos, conforme o registro policial.
O homem, de acordo com o BO, sacou um revólver calibre 32 e efetuou disparos contra a equipe.
Um policial reagiu e acertou o suspeito na perna. O confronto terminou após esse disparo.
O suspeito recebeu atendimento no Pronto-Socorro Municipal de Pindamonhangaba. A unidade médica o liberou após o atendimento, e a polícia manteve a prisão em flagrante.
Quem é a mulher que também foi baleada durante a ocorrência?
Uma terceira vítima, uma mulher, estava perto do ponto onde ocorreu o confronto. Um disparo atingiu o pé dela durante a troca de tiros entre o homem e a Polícia Militar. O próprio registro afirma que não foi possível estabelecer naquele momento se o projétil partiu da arma do suspeito ou da arma policial.
Equipes de emergência a levaram para o Pronto-Socorro Municipal de Pindamonhangaba. Ela passou por procedimento cirúrgico.
A perícia terá importância para esclarecer a origem do tiro. A análise balística, somada aos demais vestígios recolhidos, auxilia a polícia na identificação da arma relacionada ao ferimento.
Por quais crimes o suspeito foi preso?
O homem recebeu voz de prisão em flagrante por homicídio e tentativa de homicídio.
O homicídio está relacionado à morte de Adriana. A tentativa de homicídio decorre, conforme as informações do registro, do disparo contra o filho de Adriana.
A Polícia Civil e a Polícia Científica estiveram no local para os procedimentos de investigação. O boletim também registra o confronto posterior com os policiais militares.
A classificação jurídica ainda passa pelas etapas seguintes da investigação e pelo Poder Judiciário. A prisão em flagrante não representa condenação definitiva.
Por que a morte de Tia Dri provocou reação no Araretama?
O impacto do crime ficou evidente nos relatos de moradores ouvidos pela reportagem. Adriana era conhecida por um apelido afetuoso, “Tia Dri”, e trabalhava como costureira.
Moradores disseram que ela tinha forte vínculo com pessoas da região. Alguns a tratavam como “mãe” ou “mãezona”. A proximidade da casa dela com o ponto do crime aumentou a repercussão entre vizinhos.
A Polícia Civil ainda precisa esclarecer o motivo do disparo que matou Adriana. Até agora, o BO não apresenta uma discussão anterior, ameaça ou outro fato que explique por que o homem atirou contra ela.
O que muda em relação à informação inicial sobre duplo homicídio?
A informação oficial do boletim corrige a versão preliminar recebida durante o atendimento da ocorrência.
Na noite de sábado, o Vale 360 News publicou que um duplo homicídio tinha ocorrido no Araretama, com base nos dados disponíveis naquele momento. O registro policial concluído depois mostra que o homem apontado como autor não morreu. Ele sofreu um tiro na perna durante o confronto, recebeu atendimento e foi preso.
Adriana foi a vítima fatal. O filho sofreu um tiro superficial no abdome. Uma segunda mulher teve o pé atingido. A investigação agora precisa definir a motivação do homicídio e esclarecer detalhes dos disparos ocorridos durante o confronto.
O local do crime já apareceu em outras investigações no Araretama?
A Avenida Nicanor Ramos Nogueira já foi cenário de outras ocorrências policiais. Em fevereiro de 2024, um jovem de 18 anos morreu a tiros na mesma avenida, no Araretama. Naquele caso, a autoria ainda era desconhecida no registro inicial.
Em janeiro de 2023, o Vale 360 News também publicou o caso de um jovem baleado na Avenida Nicanor Ramos Nogueira após uma briga anterior em uma adega. A Polícia Civil investigou se a discussão tinha ligação com o ataque.
Outro homicídio ocorreu no Araretama em fevereiro de 2024. Um homem de 47 anos foi encontrado morto a tiros no bairro.
Quais pontos a Polícia Civil ainda precisa esclarecer?
A motivação do assassinato aparece como uma das principais questões. O boletim afirma que Adriana e o suspeito estavam no mesmo bar, mas não explica o que ocorreu imediatamente antes do tiro.
A polícia também terá de reunir depoimentos, exames periciais e informações sobre a arma calibre 32 citada no registro.
Outro ponto envolve o disparo que feriu a mulher. O BO não atribui o tiro à Polícia Militar nem ao suspeito. A conclusão depende da análise técnica.
O caso também deve esclarecer toda a sequência entre a morte de Adriana, a chegada do filho, o disparo contra ele e o confronto posterior com os policiais.

ENTRE NO GRUPO DE NOTÍCIAS DE PINDAMONHANGABA
Links recomendados
ENTRE NO GRUPO DE NOTÍCIAS DO VALE DO PARAÍBA
Leia também
- Duplo homicídio é registrado no bairro Araretama em Pinda
- Jovem é morto com tiros na nuca em Pinda
- Homem é morto a tiros em Pinda; polícia busca autor
- Mulher é morta a tiros pelo ex-companheiro ao sair de academia em Pinda
- Homem é morto com mais de 10 tiros em Pindamonhangaba
Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.


