Uma mulher foi morta a tiros pelo ex-companheiro após sair de uma academia em Pindamonhangaba na manhã desta segunda-feira (10/08). Segundo as informações preliminares, o homem seguiu a vítima por alguns metros após ela deixar o estabelecimento e efetuou vários disparos. A mulher seria filha dos proprietários da academia. O suspeito, que não aceitaria o fim do relacionamento, deixou o local, foi até uma residência e atentou contra a própria vida. Ele sobreviveu, recebeu socorro e permanece internado no Pronto-Socorro da cidade, preso em flagrante e sob escolta policial. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
Não há, até esta publicação, informação atualizada sobre o estado de saúde do homem. A arma utilizada no crime foi apreendida, e a perícia realizou exames em pontos relacionados à ocorrência por determinação da autoridade policial.
O caso foi registrado como feminicídio na Delegacia de Polícia de Pindamonhangaba. A Polícia Civil deve reunir os laudos periciais, depoimentos e demais elementos para reconstruir toda a sequência dos fatos.
Como aconteceu o feminicídio após saída de academia em Pindamonhangaba?
As informações apuradas indicam que a mulher havia acabado de sair da academia quando o ex-companheiro passou a acompanhá-la.
Ele teria seguido a vítima por alguns metros e, na sequência, efetuado vários disparos. A mulher morreu após o ataque.
A apuração inicial aponta que o homem não aceitava o fim do relacionamento. A motivação e as circunstâncias anteriores ao crime, porém, ainda fazem parte do trabalho da Polícia Civil.
A vítima seria filha dos proprietários da academia de onde havia saído pouco antes dos disparos. Até o momento, não há outras informações públicas confirmadas sobre a identidade dela que possam ser acrescentadas com segurança à reportagem.
O Vale 360 News acompanha ocorrências de violência contra a mulher em Pindamonhangaba. Em maio deste ano, o portal publicou outro caso no qual um homem foi preso por tentativa de feminicídio após bater um carro de propósito contra um muro com a esposa no veículo.
O que o ex-companheiro fez após matar a mulher?
Após os disparos, o suspeito deixou o local e teria seguido para uma residência.
No imóvel, ele atirou contra o próprio queixo. O homem não morreu e recebeu atendimento de emergência.
Ele foi socorrido e encaminhado ao Pronto-Socorro de Pindamonhangaba. Até esta segunda-feira, não havia atualização pública sobre a gravidade dos ferimentos ou previsão de alta.
O suspeito está preso em flagrante. Como permanece sob cuidados médicos, policiais fazem a escolta no hospital.
O suspeito do feminicídio está preso?
Sim. A informação disponível aponta que o homem está preso em flagrante e sob escolta policial durante a internação.
A permanência no hospital não elimina a condição de preso. Os próximos procedimentos dependem do quadro de saúde e das decisões tomadas pelas autoridades policial e judicial.
A Polícia Civil também apreendeu a arma associada ao crime. O objeto deverá fazer parte dos exames periciais da investigação.
O que a perícia vai analisar no caso?
A perícia esteve em pontos considerados relevantes para a investigação. Esse trabalho pode ajudar a esclarecer a posição da vítima e do suspeito, a quantidade e a direção dos disparos, além de outros vestígios relacionados ao crime.
A arma apreendida também pode passar por exame técnico. Os resultados serão incorporados ao inquérito policial.
Outros elementos podem incluir imagens de câmeras próximas à academia, estabelecimentos comerciais, residências ou vias percorridas antes e depois do crime, caso esses registros existam e sejam obtidos pela polícia.
Depoimentos de pessoas que estavam nas proximidades também podem ajudar a estabelecer a sequência dos acontecimentos.
Por que o caso foi registrado como feminicídio?
A Polícia Civil registrou a ocorrência como feminicídio. A classificação considera, nesta fase, as circunstâncias apresentadas à autoridade policial e a relação entre vítima e suspeito.
Desde 2024, o feminicídio possui tipo penal próprio no artigo 121-A do Código Penal. A legislação define o crime como a morte de mulher por razões da condição do sexo feminino, entre elas situações de violência doméstica e familiar.
A pena prevista para o feminicídio é de 20 a 40 anos de reclusão, sem prejuízo de eventuais causas de aumento ou outros crimes que possam surgir conforme a apuração.
O enquadramento definitivo e eventual responsabilização criminal dependem do andamento do inquérito, da atuação do Ministério Público e das decisões do Poder Judiciário.
O que já se sabe sobre a motivação do crime em Pinda?
As informações iniciais apontam que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento com a vítima.
Esse dado será objeto de investigação. A Polícia Civil poderá buscar mensagens, depoimentos e outros elementos capazes de indicar o histórico da relação e acontecimentos anteriores ao crime.
Até esta publicação, não havia informação confirmada sobre eventual medida protetiva, boletim de ocorrência anterior ou denúncia formal feita pela vítima contra o ex-companheiro.
Por esse motivo, a reportagem não atribui à vítima qualquer medida que ela tenha ou não adotado antes do crime.
Há outros casos recentes de violência contra a mulher em Pindamonhangaba?
Sim. Pindamonhangaba registrou outras ocorrências de violência doméstica e tentativa de feminicídio nos últimos meses, embora cada caso tenha circunstâncias próprias e não exista relação entre eles.
Em 28 de maio, um homem de 27 anos foi preso após a esposa afirmar que ele provocou de propósito uma colisão contra um muro. A Polícia Civil registrou o episódio como tentativa de feminicídio em Pindamonhangaba.
Em junho, o Vale 360 News também mostrou que um homem foi preso por roubo de veículo e violência doméstica no bairro Santana. A vítima pediu medidas protetivas de urgência naquele caso.
Outro episódio já acompanhado pelo portal ocorreu quando um ex-companheiro foi até o local de trabalho de uma mulher em Pinda, fez ameaças e acabou preso em flagrante.
Essas ocorrências não permitem estabelecer comparação direta com o crime desta segunda-feira. Elas ajudam, porém, a mostrar como ameaças, perseguição e agressões dentro ou após relacionamentos exigem atenção imediata da rede de proteção.
Como denunciar violência contra a mulher?
Mulheres em situação de violência ou pessoas que tenham conhecimento de agressões podem procurar os órgãos de segurança e a rede de proteção.
Em situação de emergência ou risco imediato, a orientação oficial é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190.
O Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher, funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. O serviço é gratuito e recebe denúncias, oferece orientação sobre direitos e informa os serviços de proteção disponíveis.
Dados do Ministério das Mulheres mostram que o Ligue 180 recebeu 301.044 atendimentos e 45.735 denúncias de violência contra mulheres apenas no primeiro trimestre de 2026. O número de denúncias cresceu 23% em comparação com o mesmo período de 2025.
O Sudeste concentrou 73.561 denúncias recebidas pelo Ligue 180 ao longo de 2025, o equivalente a 47,4% dos registros nacionais informados pelo Ministério das Mulheres.
O Vale 360 News mantém a cobertura de casos de violência contra a mulher no Vale do Paraíba e atualiza as ocorrências conforme novas informações oficiais ficam disponíveis.
O que a Polícia Civil ainda precisa esclarecer?
A investigação deverá confirmar toda a dinâmica do crime, o percurso feito pelo suspeito, a motivação, o histórico entre os dois e a sequência posterior aos disparos.
Também deverá incorporar os laudos da arma apreendida, exames periciais dos locais relacionados à ocorrência e eventuais registros de câmeras.
A polícia poderá apurar ainda se outras pessoas presenciaram a perseguição após a saída da academia ou os momentos que antecederam o ataque.
Até o momento, está confirmado que a mulher morreu após ser atingida por disparos, que o ex-companheiro recebeu socorro depois de atentar contra a própria vida e que permanece preso em flagrante sob escolta no hospital.
Não há atualização oficial sobre o estado de saúde do suspeito.

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Perguntas frequentes sobre o feminicídio após saída de academia em Pindamonhangaba
O que aconteceu com a mulher que saiu da academia em Pindamonhangaba?
A mulher foi seguida pelo ex-companheiro por alguns metros após sair da academia e morreu após ser atingida por vários disparos na manhã desta segunda-feira (10).
Quem é o suspeito do feminicídio em Pinda?
O suspeito é o ex-companheiro da vítima. As informações iniciais apontam que ele não aceitava o fim do relacionamento.
O que aconteceu com o suspeito após o crime?
Após os disparos contra a mulher, ele teria ido para uma residência e atentado contra a própria vida. O homem sobreviveu e foi levado ao Pronto-Socorro de Pindamonhangaba.
O ex-companheiro está preso?
Sim. Ele está preso em flagrante e permanece sob escolta policial durante a internação no Pronto-Socorro.
Como denunciar violência contra a mulher?
Em situação de emergência, a Polícia Militar deve ser acionada pelo 190. O Ligue 180 funciona 24 horas por dia e recebe denúncias e pedidos de orientação sobre violência contra a mulher.
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*Matéria atualizada às 13h25, de 10/08/26
Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.


