Buscas por corpo de motorista de aplicativo de SJC morto em Caçapava completam uma semana neste sábado (21/01). Carlos Alberto Lourenço, de 62 anos, foi morto por enforcamento de acordo com familiares, mas até o momento o corpo dele não foi achado. A família e os amigos estão desde o dia do crime nas buscas na Estrada do Areeiro, em Caçapava, onde o carro de Lourenço foi encontrado completamente queimado na manhã de 14 de janeiro. O motorista de aplicativo foi visto pela última vez sendo retirado do veículo dele, um Onix Preto, e levado para outro carro cinza, ainda na madrugada de sábado (14).
O último sinal de contato de Lourenço foi o telefone celular, que rastreado mostrou a localização do Jardim Primavera. Depois disso, não foi mais possível fazer contato. A vítima era um motorista experiente e costumava rodar à noite. Na última corrida, ele pegou um casal, uma mulher loira e um homem negro, nas imediações do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeronáutica), em São José dos Campos, com destino a Caçapava. Durante toda a semana, a Polícia Civil de Caçapava, fez diligências em vários endereços da cidade e prendeu um homem, que teria confessado a participação no crime. Para não atrapalhar as investigações, a polícia não se pronuncia.
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O que falta para esclarecer o crime que envolveu o motorista de aplicativo de SJC?
Para esclarecer o crime, faltam detalhes que dizem respeito à motivação do mesmo e também encontrar o corpo de Carlos Alberto Lourenço. As buscas continuam. A polícia espera dar uma breve resposta à sociedade a respeito do que aconteceu na madrugada de sábado (14) em Caçapava e se houve mandantes pela morte do motorista de aplicativo.
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