Caso da Grávida de Taubaté completa 10 anos. A história inventada pela pedagoga, Maria Verônica Santos, ganhou repercussão nacional. A gravidez de quadrigêmeos chamou a atenção das famílias brasileiras.
Ela apareceu em rede nacional de televisão várias vezes para falar sobre a gravidez e também foi desmascarada em rede nacional, pela apresentadora Chris Flores.
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A barriga falsa, o vestido estampado e muita polêmica. Até o nome das crianças foi planejado. Todas Marias: Clara, Eduarda, Fernanda e Vitória.
Maria Verônica e um operário já tinham um filho e o enredo da história tem como base o fato de que eles não teriam condições financeiras para sustentar as crianças.
A partir daí, formou-se uma corrente de doações de fraldas, dinheiro, móveis, enxoval para os bebês e muitas outras coisas.
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Investigação sobre o caso da Grávida de Taubaté
O caso começou a ser investigado pela polícia depois que um profissional da saúde, que a atendeu no segundo semestre de 2011, ter dado declarações de que Maria Verônica não estava grávida. Os especialistas em fertilidade também afirmavam que as chances de a pedagoga estar grávida de quadrigêmeos era de uma em quinze milhões.
O parto dela estava previsto para acontecer na segunda quinzena de janeiro.
Revelação
A revelação de que a gravidez era uma farsa foi confirmada pelo advogado dela, Enílson de Castro, na madrugada do dia 20 de janeiro. Castro explicou à época que a cliente usava uma barriga feita de silicone com enchimentos. Também ressaltou que o caso não foi desmentido antes por causa da repercussão que teve.
Processo
Maria Verônica e o marido até foram processados por falsidade ideológica, uma vez que usaram o ultrassom de uma mulher de Santa Catarina para sustentar a farsa. O processo na Justiça, no entanto, foi encerrado após três anos. Desde então, eles vivem de forma discreta.
O caso da grávida de Taubaté foi um dos primeiros “memes” da internet no Brasil.

