Empresas de ônibus do Vale do Paraíba não garantem reposição da inflação e sindicato dos condutores faz alerta importante

Empresas de ônibus do Vale do Paraíba não garantem reposição da inflação e sindicato dos condutores faz alerta importante. O Sindicato realizou, nesta quarta-feira (22/05), uma mobilização com trabalhadores do transporte público na porta das garagens em São José dos Campos, Jacareí, Taubaté e Caçapava. O objetivo foi comunicar o resultado da mais recente rodada de negociação com as empresas de ônibus, no contexto da campanha salarial de 2025. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP E RECEBA AS NOTÍCIAS EM PRIMEIRA MÃO

Paralisação pode ocorrer se patronal não garantir índice de inflação até quarta (28)

Segundo o presidente do sindicato, Ronaldo Costa, o encontro com os trabalhadores ocorreu após uma reunião frustrada com a patronal, que se recusou a garantir o reajuste mínimo com base no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), atualmente em 5,32%.

“Nem o INPC cheio conseguimos garantir nessa rodada de negociação”, afirmou Costa.

Ponto a ponto da negociação

  • O sindicato já descartou qualquer discussão da contra-pauta patronal;

  • A reivindicação central é a garantia do INPC como base de reajuste;

  • A patronal tem prazo até quarta-feira (28/05) para apresentar uma proposta concreta;

  • Caso contrário, o sindicato poderá iniciar paralisações no transporte público;

  • A data-base está mantida em maio, e a convenção coletiva segue válida até renovação.

INPC como condição mínima

De acordo com o sindicato, a aceitação do INPC é condição básica para o prosseguimento das negociações. Caso o índice inflacionário seja garantido, a entidade sindical voltará à mesa para discutir aumento real e outras cláusulas econômicas e sociais da convenção coletiva.

“Garantindo o INPC, o transporte não corre o risco de paralisação”, disse o presidente.

Dificuldade recorrente nas negociações

Ronaldo Costa afirmou que, anualmente, as empresas de ônibus apresentam resistência em conceder aumento real. Ele destacou a defasagem salarial da categoria e a importância de lutar por uma remuneração acima da inflação:

“Se continuarmos a fechar só com inflação e o salário mínimo tiver aumento real, logo o salário do motorista estará abaixo do mínimo.”

Prazo aberto para negociação

A campanha salarial, que teve início em maio, não possui prazo fixo de encerramento, mas todas as conquistas terão retroatividade à data-base. O sindicato avalia a disposição das partes para determinar a continuidade ou encerramento das negociações.

O que diz o sindicato

Ronaldo Costa também pediu apoio da população caso haja greve:

“Se houver paralisação, pedimos compreensão. A categoria está fazendo uma reivindicação justa.”

Perguntas frequentes

Quando a paralisação pode ocorrer?
A partir de quarta-feira, 28 de maio, caso a patronal não garanta o índice inflacionário (INPC) de 5,32%.

Quais cidades são afetadas pela campanha salarial?
São José dos Campos, Jacareí, Caçapava e Taubaté.

O que o sindicato pede?
Garantia do INPC e, na sequência, negociação de aumento real e cláusulas sociais.

A greve é certa?
Ainda não. Caso o INPC seja garantido até o prazo estipulado, a negociação continua normalmente.

Quem representa os trabalhadores?
O Sindicato dos Condutores do Vale do Paraíba, presidido por Ronaldo Costa.

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