Um homem de 26 anos foi preso após agredir companheira perto da delegacia de Caçapava, resistir à abordagem e quebrar uma impressora e uma mesa da unidade policial por volta das 00h30 deste sábado (25/07). Um policial civil sofreu uma lesão no braço durante a contenção e recebeu atendimento médico. A Polícia Civil registrou lesão corporal contra mulher, resistência e dano qualificado ao patrimônio público, além de pedir à Justiça a conversão do flagrante em prisão preventiva. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
Como ocorreu a prisão do homem após agredir companheira perto da delegacia de Caçapava
O homem e a companheira compareceram à portaria da Delegacia de Polícia de Caçapava durante uma discussão. No primeiro contato com os policiais, os dois afirmaram que tinham sofrido agressões recíprocas.
Quando receberam a informação de que a ocorrência teria registro formal, ambos deixaram o local e disseram que não desejavam prestar declarações. Um servidor alertou os policiais de que os dois já tinham procurado a delegacia antes, no mesmo dia, por causa do mesmo conflito.
Os agentes acompanharam o deslocamento a distância e ouviram gritos nas proximidades. Pessoas que estavam no local informaram que o homem agredia a mulher.
Os policiais deram ordem para que ele interrompesse a ação. O suspeito apresentou resistência e comportamento agressivo, conforme o boletim. A equipe usou algemas para evitar novas agressões e conduzir os envolvidos de volta à unidade.
As câmeras da delegacia registraram a agressão?
Sim. Os policiais consultaram o sistema de monitoramento e afirmaram que as imagens mostram o homem investindo contra a companheira.
Um policial relatou que o vídeo registrou um soco. Uma testemunha também declarou que presenciou o golpe contra a mulher.
As gravações foram anexadas ao procedimento policial e formam parte das provas citadas pela autoridade para justificar a prisão em flagrante.
O que a vítima relatou sobre as agressões?
A mulher afirmou que recebeu socos no rosto e na cabeça e que foi lançada ao chão. Ela disse que o ataque ocorreu perto da unidade policial e terminou após a intervenção dos agentes.
A vítima também declarou que o investigado já tinha sido preso em outro episódio de violência doméstica contra ela. Segundo o relato, ele tinha saído da prisão havia pouco tempo.
Ela informou que pediu anteriormente a revogação das medidas protetivas que estavam em vigor. Essa decisão não transfere qualquer responsabilidade pela nova agressão à vítima. A responsabilidade por atos violentos recai sobre quem os pratica.
A mulher recusou o exame de corpo de delito. A autoridade policial avaliou que essa recusa não impedia o flagrante, pois havia imagens e depoimentos sobre a agressão.
A mulher pediu uma nova medida protetiva?
Não. Ela declarou que não desejava uma nova medida protetiva naquele momento, pois pretendia mudar-se para o Estado do Rio de Janeiro.
Uma vítima pode procurar novamente a Polícia Civil ou o Poder Judiciário caso identifique risco, ameaça, perseguição ou nova aproximação indesejada. A mudança de cidade também não impede a solicitação de proteção.
As medidas previstas na Lei Maria da Penha podem estabelecer afastamento do lar, proibição de contato e limite de aproximação.
Quais danos ocorreram dentro da delegacia?
O boletim registra dano a uma impressora Brother e à mesa que sustentava o equipamento. Os objetos integram o patrimônio da unidade policial.
De acordo com os depoimentos, o suspeito tentou deixar a delegacia durante a entrevista. Ele resistiu à ação dos policiais e atingiu o mobiliário antes de uma nova contenção.
A equipe levou o homem para uma cela após recuperar o controle da situação. A Polícia Civil solicitou perícia para documentar os danos e estimar as condições dos equipamentos.
O documento não apresenta o valor da impressora, da mesa ou de eventual reparo. A apuração poderá reunir notas fiscais, inventário patrimonial e orçamento de reposição.
Como o policial civil sofreu a lesão?
Um policial civil sofreu uma lesão no braço e no ombro direito durante a contenção. Ele passou por exame radiográfico, recebeu medicação e teve a lesão confirmada por avaliação médica.
A autoridade policial não identificou, nesta fase inicial, prova de intenção específica do suspeito de ferir o servidor. Por esse motivo, o flagrante não incluiu uma nova acusação de lesão corporal contra o policial.
A lesão permanece documentada e pode integrar a análise do crime de resistência. Esse delito ocorre quando alguém usa violência ou ameaça para impedir a execução de uma ordem legal.
O suspeito também recebeu atendimento na FUSAM por causa do estado de exaltação. A Polícia Militar prestou apoio no transporte.
Por quais crimes o homem recebeu autuação?
A Polícia Civil formalizou o indiciamento por lesão corporal praticada contra mulher por razões da condição do sexo feminino, dano qualificado contra patrimônio público e resistência.
A autoridade citou os artigos 129, parágrafo 13, 163, parágrafo único, inciso III, e 329 do Código Penal.
O interrogatório não ocorreu no plantão porque o suspeito apresentava comportamento agressivo, falas desconexas e forte exaltação. A Polícia Civil registrou que o ato poderá ocorrer após o fim desse impedimento.
A impossibilidade de interrogatório no plantão não elimina o direito de defesa. O investigado poderá apresentar a versão dele com acompanhamento jurídico.
Por que a Polícia Civil pediu a prisão preventiva?
A delegada responsável pelo flagrante citou a gravidade concreta da ocorrência, os registros criminais atribuídos ao investigado e o risco de repetição de novas infrações.
O boletim também informa que ele aparece como investigado em outra ocorrência de lesão corporal registrada no dia anterior.
A autoridade considerou insuficientes as medidas cautelares menos severas e representou pela conversão do flagrante em prisão preventiva. Essa decisão depende de análise judicial.
O pedido da Polícia Civil não significa que a prisão preventiva já tenha sido concedida. A Justiça pode aceitar, rejeitar ou aplicar outras medidas previstas em lei.
Quais casos semelhantes já ocorreram em Caçapava?
Em maio, uma ocorrência de violência doméstica em Caçapava terminou com prisão e apreensão de arma e drogas.
O portal também mostrou uma agressão no Residencial Esperança que terminou com prisão em flagrante.
Em outro caso, um homem foi preso após agredir a mãe e ameaçá-la de morte em Caçapava.
Uma ocorrência no bairro Chácara Santo Antônio também terminou após um ataque com facão e resistência à Polícia Militar.
Os casos não possuem relação comprovada. Eles mostram, porém, a necessidade de comunicação rápida às autoridades e de proteção para pessoas expostas a ciclos de violência.
Como denunciar violência contra a mulher?
Em caso de risco imediato, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190. A vítima deve procurar um local seguro e evitar confronto direto com o agressor.
O Ligue 180 recebe denúncias, oferece informações sobre direitos e indica os serviços da rede de proteção. Familiares, vizinhos e testemunhas também podem usar o canal.
Mensagens, fotografias, vídeos, áudios e nomes de testemunhas podem auxiliar a investigação, desde que a coleta dessas provas não exponha a vítima a novo risco.
A pessoa também pode procurar uma delegacia, a Delegacia de Defesa da Mulher ou a Delegacia Eletrônica para registrar o caso e pedir informações sobre medidas protetivas.

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Perguntas frequentes sobre o homem preso por agredir companheira perto da delegacia de Caçapava
Onde ocorreu a agressão contra a mulher?
A agressão ocorreu nas proximidades da Delegacia de Polícia de Caçapava, conforme o boletim.
As câmeras registraram o ataque?
Sim. A Polícia Civil afirma que as imagens do sistema de monitoramento mostram a agressão.
Quais objetos sofreram danos?
Uma impressora e a mesa usada como suporte do equipamento sofreram danos dentro da delegacia.
Um policial ficou ferido?
Sim. Um policial civil sofreu uma lesão no braço e no ombro durante a contenção e recebeu atendimento médico.
A prisão preventiva já foi decretada?
O boletim registra que a Polícia Civil pediu a conversão do flagrante em prisão preventiva. A decisão cabe à Justiça.
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Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.

