Um motociclista de 40 anos, que era segurança, morreu no km 74,4 da Dutra em Aparecida após cair na pista e ficar sob o eixo de uma carreta, às 16h40 desta sexta-feira (24/07), no sentido São Paulo. A Polícia Civil registrou o caso como homicídio culposo na direção de veículo automotor e requisitou exames para esclarecer a dinâmica do acidente. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
O acidente envolveu uma motocicleta Honda CG 160 Fan e um caminhão-trator Volkswagen. Policiais rodoviários federais atenderam a ocorrência, preservaram o trecho para a perícia e apresentaram o caso à Delegacia de Polícia de Aparecida.
Como o motociclista morreu no km 74,4 da Dutra em Aparecida?
De acordo com o boletim de ocorrência, o caminhoneiro, de 46 anos, declarou que seguia pela faixa da direita quando o trânsito perdeu velocidade. Nesse momento, o motociclista, André Paulo da Silva Campos, teria tentado evitar uma possível colisão com outro veículo, perdeu o controle da moto e caiu debaixo do cavalo mecânico da carreta.
A equipe encontrou a motocicleta na faixa da direita. A carreta estava parada próximo ao acostamento, com o motociclista sob um dos eixos. A morte foi constatada no local, e a área permaneceu isolada até a conclusão dos trabalhos técnicos.
O caso ocorreu pouco mais de três meses após outro acidente entre moto e carreta na Dutra em Aparecida, no km 72, que terminou com a morte de duas pessoas. Cada ocorrência possui circunstâncias próprias e depende de análise individual.
O que a avaliação inicial revelou sobre o contato entre os veículos?
O registro policial informa que a análise inicial não localizou marcas de frenagem ou de arrastamento no pavimento. A motocicleta apresentava danos no lado direito, com avarias no asfalto, mas sem sinal aparente de contato direto com a carreta.
Essa constatação inicial não encerra a apuração. O posicionamento dos veículos, as marcas na pista, os danos materiais, os depoimentos e os exames técnicos devem compor a análise final sobre a causa da queda.
Em outra ocorrência acompanhada pelo portal, a identificação de um casal morto em acidente de moto na Dutra em Aparecida ocorreu após o registro inicial. O caso mostra que informações complementares podem surgir após perícias e contato com familiares.
O teste do caminhoneiro apontou consumo de álcool?
O motorista da carreta passou pelo teste do etilômetro, que apresentou resultado negativo para ingestão de álcool. Ele permaneceu no local, prestou informações aos policiais e acompanhou as providências relacionadas ao veículo.
A carreta passou pela perícia e ficou em um posto de combustíveis no município de Aparecida. A motocicleta foi levada ao posto da Polícia Rodoviária Federal porque nenhum responsável compareceu ao trecho para recebê-la.
O motorista da carreta foi preso após o acidente?
Não. O boletim informa que não houve prisão em flagrante. A ocorrência recebeu a classificação inicial de homicídio culposo na direção de veículo automotor, prevista no artigo 302 do Código de Trânsito Brasileiro.
O registro de homicídio culposo não representa uma conclusão antecipada sobre a responsabilidade do motorista. A expressão se aplica às mortes no trânsito sem intenção de matar e permite que a Polícia Civil reúna provas sobre possível imprudência, negligência, imperícia ou outro fator relacionado ao acidente.
Quais exames foram solicitados pela Polícia Civil?
A autoridade policial requisitou exames necroscópico e toxicológico para a vítima. O exame necroscópico deve apontar a causa médica da morte e as lesões provocadas pelo acidente. O exame toxicológico pode identificar substâncias presentes no organismo.
A análise técnica também pode confrontar o relato do caminhoneiro com a posição final da carreta, da motocicleta e da vítima. Caso surjam imagens de câmeras, testemunhas ou dados operacionais da rodovia, esses elementos poderão integrar o procedimento.
Por que acidentes com motos exigem uma perícia detalhada?
Motocicletas possuem menor proteção física e podem perder estabilidade após movimentos bruscos, contato com irregularidades ou mudanças repentinas no fluxo. Em acidentes com caminhões, os pontos cegos e a diferença de tamanho entre os veículos ampliam o risco de consequências fatais.
A perícia precisa separar o que ocorreu antes da queda, durante a perda de controle e depois do contato da vítima com a pista ou com o veículo de carga. Essa sequência define se houve colisão, tentativa de desvio, falha mecânica, influência de um terceiro veículo ou outro fator.
O Vale 360 News também noticiou um acidente com cinco veículos na Via Dutra em Aparecida. A recorrência de ocorrências graves reforça a necessidade de distância segura, atenção ao fluxo e respeito aos limites de velocidade.
Qual é o impacto do acidente para os moradores e motoristas da região?
O trecho da Dutra entre Guaratinguetá, Aparecida e Pindamonhangaba recebe carros, motocicletas, ônibus e veículos de carga. Uma ocorrência fatal mobiliza equipes da concessionária, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Científica, Polícia Civil e serviço funerário.
Além do impacto para a família da vítima, o atendimento exige redução de velocidade e pode provocar restrições temporárias nas faixas. Motoristas que encontram uma área isolada devem respeitar a sinalização e evitar paradas para fotografias, pois esse comportamento aumenta o risco de novos acidentes.
A investigação seguirá sob responsabilidade da unidade policial da área do fato. Até a conclusão dos laudos, a dinâmica descrita no boletim representa uma versão inicial e não permite atribuição definitiva de culpa.

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Perguntas frequentes sobre o acidente na Dutra em Aparecida
Onde ocorreu o acidente com o motociclista?
O acidente ocorreu no km 74,4 da Rodovia Presidente Dutra, no sentido São Paulo, em Aparecida.
Quando o motociclista morreu?
A ocorrência foi registrada às 16h40 de sexta-feira, 24 de julho de 2026. André Paulo da Silva Campos, que era segurança também não resistiu aos ferimentos e morreu.
O que o motorista da carreta declarou?
Ele declarou que o motociclista tentou evitar uma possível colisão, perdeu o controle da moto e caiu sob o caminhão.
O teste do etilômetro apresentou resultado positivo?
Não. O boletim registra resultado negativo para ingestão de álcool pelo motorista da carreta.
Houve prisão em flagrante?
Não. O caso foi encaminhado para investigação da Polícia Civil como homicídio culposo na direção de veículo automotor.
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Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.

