Gustavo Henrique Costa e Silva foi preso na noite de sábado (27), em Taubaté, após a Justiça decretar a prisão preventiva dele por descumprimento de medidas protetivas concedidas à empresária Mariah Perrotta. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
Por que Gustavo Henrique Costa e Silva foi preso em Taubaté?
Gustavo Henrique Costa e Silva foi preso após decisão do juiz Carlos Eduardo Xavier Brito, no plantão judiciário de Taubaté. A prisão preventiva foi decretada em processo de medidas protetivas com base na Lei Maria da Penha e na Lei Henry Borel.
A decisão cita descumprimento de medidas protetivas de urgência já concedidas à empresária Mariah Perrotta. O magistrado entendeu que as medidas anteriores não foram suficientes para garantir a proteção da vítima.
No despacho, o juiz apontou a presença de elementos que indicam a existência do crime de descumprimento de medida protetiva e a autoria atribuída ao investigado. A prisão preventiva foi determinada para preservar a efetividade da proteção judicial.
Gustavo Henrique Costa e Silva é acusado por Mariah Perrotta de agressões físicas e psicológicas durante o relacionamento. O caso ganhou repercussão após a empresária tornar público o relato nas redes sociais. O Vale 360 News publicou que Mariah registrou boletins de ocorrência e já possuía medida protetiva contra o ex-namorado.
O que a Justiça decidiu sobre as medidas protetivas?
A Justiça manteve as medidas protetivas e ampliou as restrições para impedir novas exposições da vítima nas redes sociais, na mídia ou em outros canais de comunicação.
A decisão fixou multa de R$ 1 mil em caso de nova divulgação de imagem, conteúdo ou exposição relacionada à vítima. O juiz registrou que esse tipo de exposição fere a honra e a dignidade de Mariah Perrotta.
As medidas protetivas continuam em vigor enquanto houver risco à integridade física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral da vítima. Esse ponto segue a lógica da proteção de urgência prevista na Lei Maria da Penha.
Além da prisão preventiva, a Justiça determinou que Gustavo Henrique Costa e Silva participe de programas de recuperação e reeducação para autores de violência doméstica. A decisão também prevê acompanhamento psicossocial individual ou em grupo.
Quais pedidos foram negados neste momento?
A Justiça indeferiu, por ora, o pedido de busca e apreensão do aparelho celular do investigado. Também deixou para análise posterior medidas voltadas a terceiros.
O juiz entendeu que esses pontos podem ser avaliados pelo juízo competente, com instrução adequada do processo. Isso significa que a prisão preventiva e a ampliação das medidas protetivas foram consideradas urgentes, mas outras providências dependem de nova análise.
A decisão não representa condenação. Gustavo Henrique Costa e Silva segue com direito à defesa e ao contraditório. A prisão preventiva é uma medida cautelar, usada antes do fim do processo, quando o Judiciário entende que há risco concreto ligado à investigação, à vítima ou à ordem pública.
O que Gustavo Henrique Costa e Silva disse antes da prisão?
Antes da nova decisão, Gustavo Henrique Costa e Silva havia divulgado nota pública para negar as acusações feitas por Mariah Perrotta. O Vale 360 News publicou a manifestação no dia 25 de junho.
Na nota, ele afirmou que os fatos ainda estavam sob análise das autoridades, negou ter praticado os atos atribuídos a ele e disse que não havia decisão judicial definitiva sobre o caso até aquele momento.
Com a nova decisão, o cenário jurídico mudou porque a Justiça decretou a prisão preventiva por suposto descumprimento de medidas protetivas. A apuração principal, porém, ainda depende do andamento do processo, da análise das provas e das manifestações das partes.
O que Mariah Perrotta relatou sobre o caso?
Mariah Perrotta tornou público, em 22 de junho, um relato de agressões que atribui ao ex-namorado. Ela afirmou ter procurado a Delegacia de Defesa da Mulher, registrado boletins de ocorrência e obtido medida protetiva.
O Vale 360 News publicou que os documentos consultados pela reportagem citavam Mariah como vítima em boletins elaborados em abril e dezembro de 2025. A empresária também relatou novas aproximações após a decisão judicial.
O caso passou a ter grande repercussão em Taubaté por envolver uma empresária conhecida na cidade e ex-primeira-dama do município. A repercussão pública, porém, não substitui a investigação formal nem a análise judicial.
O que significa descumprir medida protetiva?
Medidas protetivas são ordens judiciais criadas para proteger vítimas em situação de risco. Elas podem limitar contato, aproximação, comunicação, presença em determinados locais e outras condutas definidas pelo juiz.
O descumprimento de medida protetiva é crime previsto na Lei Maria da Penha. A legislação também permite prisão preventiva em qualquer fase do inquérito policial ou da instrução criminal, caso o juiz entenda que a medida é necessária.
Na prática, a decisão judicial busca impedir nova exposição, contato indevido, ameaça, intimidação ou qualquer ação capaz de colocar a vítima em risco. Por isso, a violação de uma ordem protetiva pode levar à prisão, mesmo antes de uma sentença final.
O Vale 360 News já acompanhou outros casos de violência doméstica em Taubaté, como a tentativa de feminicídio em Taubaté, o Caso Tayane com denúncia por descumprimento de medida protetiva e o acionamento do Botão do Pânico em Taubaté.
Como pedir ajuda em caso de violência contra a mulher?
Mulheres em risco imediato devem acionar a Polícia Militar pelo 190. O Ligue 180 presta orientação, acolhimento e encaminha denúncias de violência contra a mulher aos órgãos competentes.
A Central 180 funciona 24 horas por dia, todos os dias, inclusive fins de semana e feriados. O serviço também pode receber denúncias de pessoas que tenham conhecimento de situação de violência, desde que forneçam informações mínimas sobre a vítima, o agressor e o local dos fatos.
Em Taubaté, vítimas também podem procurar a Delegacia de Defesa da Mulher, a Polícia Civil, a Guarda Civil Municipal e a rede municipal de proteção. Em caso de risco, o pedido de medida protetiva pode ser feito pela vítima junto às autoridades competentes.
Serviço
Caso: prisão preventiva de Gustavo Henrique Costa e Silva
Cidade: Taubaté
Data da prisão: noite de sábado (27)
Motivo apontado pela Justiça: descumprimento de medidas protetivas
Vítima protegida: Mariah Perrotta
Decisão: juiz Carlos Eduardo Xavier Brito
Multa fixada: R$ 1 mil em caso de nova exposição da vítima
Situação: prisão preventiva decretada; caso segue em apuração judicial
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Perguntas frequentes sobre Gustavo Henrique Costa e Silva preso em Taubaté
Por que Gustavo Henrique Costa e Silva foi preso?
Gustavo Henrique Costa e Silva foi preso após a Justiça decretar prisão preventiva por descumprimento de medidas protetivas concedidas a Mariah Perrotta.
Quem decretou a prisão preventiva?
A decisão foi assinada pelo juiz Carlos Eduardo Xavier Brito, no plantão judiciário de Taubaté.
Qual multa foi definida pela Justiça?
A Justiça fixou multa de R$ 1 mil caso haja nova exposição de imagem ou conteúdo relacionado à vítima nas redes sociais ou em outros meios.
Gustavo Henrique Costa e Silva já foi condenado?
Não há condenação definitiva informada. A prisão preventiva é uma medida cautelar e o caso segue em apuração judicial.
Como denunciar violência contra a mulher?
Em emergência, a vítima deve ligar para 190. Para orientação e denúncia, o Ligue 180 funciona 24 horas por dia.
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Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.

