A Escola Estadual Professor Cesídio Ambrogi, localizada no bairro Areão, em Taubaté, foi invadida na madrugada desta terça-feira (06/08). Criminosos ainda não identificados subtraíram 105 notebooks, 6 CPUs e a caixa central do sistema de videomonitoramento, totalizando um prejuízo de mais de R$ 170 mil. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
O crime foi registrado no boletim de ocorrência como furto qualificado com agravantes como destruição de obstáculos, concurso de pessoas e fraude para subtração de bens, conforme previsto no artigo 155, §4º, do Código Penal.
Criminosos romperam portas e cadeados para invadir salas
De acordo com o registro policial, o crime teria ocorrido por volta das 3h da manhã, quando pelo menos dois homens invadiram a escola, rompendo cadeados e portas de vidro para acessar os ambientes internos. O acesso à sala da secretaria, onde estava o equipamento de gravação das câmeras de segurança, e à sala de informática foi forçado com uso de ferramentas — possivelmente um pé de cabra, encontrado no local.
O caseiro da escola, que mora em um ponto mais afastado do prédio principal, relatou que não ouviu qualquer movimentação suspeita durante a noite. Já sua esposa, responsável por abrir a unidade pela manhã, notou o portão interno escancarado, com os cadeados estourados e diversos equipamentos ausentes.
Foram levados 105 notebooks, 6 CPUs e sistema de imagens
Em levantamento inicial feito pela direção da escola, os criminosos levaram:
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62 notebooks da marca Positivo
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34 notebooks da marca Lenovo
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09 notebooks da marca Multilaser
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06 unidades de CPU modelo ThinkCentre
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01 caixa central de monitoramento (drive de imagens do sistema interno)
O valor aproximado do prejuízo é de mais de R$ 170 mil, sendo R$ 157.500 referentes aos notebooks e R$ 12.000 às CPUs. Parte dos equipamentos — cerca de 30 notebooks — chegou a ser deixada empilhada próximo ao muro lateral, indicando que os criminosos não conseguiram concluir toda a ação.
Alarme estava inoperante e câmeras foram inutilizadas
Segundo informações da equipe gestora da escola, o sistema de alarme da unidade está em manutenção há cerca de um mês, o que comprometeu a segurança no momento da invasão. Além disso, as câmeras internas foram inutilizadas, já que a “caixa central” responsável pelo armazenamento das imagens foi justamente um dos itens levados pelos criminosos.
Apesar disso, a escola conta com câmeras de segurança no entorno, instaladas por vizinhos e estabelecimentos comerciais da região. A diretoria da unidade informou que já está em contato com os responsáveis por esses sistemas para tentar recuperar imagens que possam auxiliar na investigação.
Polícia Científica foi acionada e imagens externas podem ajudar na investigação
A Polícia Militar foi a primeira a atender a ocorrência, após chamado via COPOM. O caso foi repassado à Delegacia Seccional de Taubaté, onde foi instaurado inquérito para apuração. A Polícia Científica, por meio do Instituto de Criminalística (IC) de Taubaté e da equipe do AFIS de São José dos Campos, também foi acionada para realizar perícia técnica no local e coleta de possíveis impressões digitais.
Até o momento, não há testemunhas presenciais, nem registros de veículos ou placas envolvidas no crime. O boletim de ocorrência indica que os criminosos agiram com destreza e planejamento, conhecendo os pontos vulneráveis da escola e priorizando os equipamentos de maior valor e utilidade.

Perguntas Frequentes
Onde aconteceu o furto?
Na Escola Estadual Professor Cesídio Ambrogi, situada na Avenida Gabriel Ortiz Monteiro, bairro Areão, em Taubaté.
O que foi levado pelos criminosos?
Foram furtados 105 notebooks (de três marcas), 6 CPUs e uma caixa central de gravação do sistema de monitoramento.
Quanto foi o prejuízo estimado?
R$ 169.500, sendo R$ 157.500 referentes aos notebooks e R$ 12.000 às CPUs. O valor pode ser atualizado conforme o levantamento completo.
O sistema de segurança da escola estava funcionando?
Não. O alarme estava em manutenção há cerca de um mês e os criminosos levaram o equipamento que armazenava as imagens de videomonitoramento.
A escola tem câmeras externas?
Sim. Câmeras nas imediações estão sendo acessadas pela diretoria para auxiliar a investigação.
Há suspeitos identificados?
Até o momento não. A Polícia Civil está apurando o caso com apoio da perícia técnica.
O que está sendo feito para apurar o crime?
Perícia no local, coleta de digitais, verificação de câmeras externas e levantamento de possíveis testemunhas estão em andamento.
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