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Madrugada de tensão e violência em Jacareí causada pelo “Tribunal do Crime” deixa dois mortos, sendo um decapitado

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Madrugada de tensão e violência em Jacareí causada pelo “Tribunal do Crime” deixa dois mortos, sendo um decapitado. As equipes da Polícia Militar foram acionadas por volta de 02h10 desta quarta-feira (20/12), pelo COPOM (Centro de Operações da Policia Militar) para atender uma denúncia de “tribunal do crime” pela Estrada do Poço, bairro Lagoa Azul, e ao chegarem ao local viram ao menos quatro homens saindo de uma área de mata. Houve troca de tiros dos criminosos contra dois policiais que revidaram a acertaram um dos agressores. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP

O homem atingido pela PM não foi identificado e morreu no local dos fatos. As informações recebidas pelos policias davam conta de que ao menos seis criminosos pegaram uma pessoa na chamada “Área 06” do bairro Lagoa Azul e a teriam levado para a estrada, local em que ocorreu o crime. Lá além da troca de tiros com os bandidos, os policiais encontraram um homem, também não identificado, decapitado na mata à beira da estrada, sendo que a cabeça não fora localizada até o momento.

Ainda no decorrer da ocorrência, outro criminoso trocou tiros com os Policiais e conseguiu se evadir por uma área de mata e pular no rio, deixando para trás uma arma de fogo pistola, marca Taurus, oxidada, modelo 57TA com numeração aparente e que apreendida. Um disparos feitos contra a guarnição atingiu a viatura dos dois lados, mas não deixou os policiais feridos.

Depois de ter controlado a situação, os policiais voltaram à estrada e encontraram junto ao criminoso alvejado por eles um revólver calibre .38, marca Taurus, numeração suprimida, utilizada por ele na agressão ao policial. A arma foi apreendida. Ainda na margem esquerda da estrada foi localizado um facão com marcas de sangue, que foi vista pelos policiais militares sendo dispensada por um dos indivíduos que fugiu, e que possivelmente foi utilizada na decapitação da vítima. O objeto foi periciado e apreendido pela perícia técnica.

A perícia ainda constatou que a vítima decapitada tinha diversas marcas de tortura e a ação condizia com o que comumente se fala em “tribunal do crime” nos meios policiais, que se trata da ação de criminosos que fazem acerto de contas e punem uns aos outros por condutas não aceitas no meio criminoso.

Os policiais não conseguiram prender nenhum dos criminosos e a Polícia Civil, por meio da DIG (delegacia de Investigações Gerais) já investiga o caso e busca os assassinos. Os dois homens mortos ainda não foram identificados e passarão por exames de identificação no IML (Instituto Médico Legal). As armas dos policiais e dos agressores foram apreendidas para investigação dos fatos.

O delegado de plantão entendeu que os policiais agiram em legítima defesa conforme artigo 25 do Código Penal, uma vez que repeliu injusta agressão a si e a seu colega de farda, consistente em disparos de arma de fogo na direção da equipe efetuada pelo agressor, e que, neste momento, se valeu dos meios necessários e disponíveis, no caso a arma de fogo da corporação que portava para cumprimento de seu ofício, e, ainda, que agiu de modo moderado e proporcional a agressão que sofriam.

*Matéria em atualização

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