Pena de padrasto acusado de decapitar bebê em Pindamonhangaba é reduzida em oito anos. Diogo da Silva Leite foi à júri popular em agosto de 2021 e na ocasião foi condenado a 54 anos de reclusão.
Após a condenação, o advogado de Silva Leite entrou com recurso, no qual argumentou que a pena foi aplicada acima do limite legal. A Justiça acatou o recurso e a pena foi reduzida para 46 anos de reclusão. A decisão foi publicada no fim de fevereiro.
O crime cometido pelo padrasto

O crime aconteceu em outubro de 2020 e começou com uma investigação de rapto de bebê, Maria Clara, na região central da cidade. Após a investigação, o padrasto confessou ter decapitado a criança e abandonado o corpo, em uma área de mata na região de Quiririm, em Taubaté.
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Durante o julgamento, o réu também disse que os pais tinham conhecimento do crime. De acordo com Diogo, o pai biológico o teria pago para matar Maria Clara, de apenas um ano e três meses.
Na ocasião do julgamento, em entrevista à TV Band Vale, o promotor Alexandre Mourão Mafetano afirmou que não vê indícios do envolvimento dos pais e acredita em “artimanha” do réu.
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