Um policial militar da reserva, de 55 anos, foi preso preventivamente na noite desta segunda-feira (03/08), em Ubatuba, sob suspeita de participação no homicídio da cozinheira Berenice Ramos de Aguiar, de 60 anos. Policiais civis localizaram o investigado em uma residência na região da Praia do Estaleiro, em Ubatumirim, e cumpriram a ordem judicial sem registro de resistência. O homem ficou à disposição da Justiça e foi encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes, na capital paulista. CLIQUE AQUI E ENTRE NO NOSSO CANAL DO WHATSAPP
Como o policial da reserva foi preso no caso Berenice?
Policiais civis da DIG e da Dise, unidades ligadas à Delegacia Seccional de São Sebastião, localizaram o investigado após diligências na região norte de Ubatuba. As equipes foram até uma servidão próxima à Praia do Estaleiro, no bairro Ubatumirim.
Moradores atenderam os agentes no portão e autorizaram a entrada no imóvel. Os policiais chamaram o procurado, comunicaram a existência do mandado de prisão preventiva e efetuaram a captura sem intercorrências.
O preso foi conduzido à Delegacia de Polícia de Ubatuba, onde recebeu informações sobre os motivos da prisão e os direitos previstos em lei. A autoridade policial também comunicou o cumprimento da ordem ao Poder Judiciário.
O mandado foi expedido pela 2ª Vara Cumulativa da Comarca de Ubatuba. O boletim policial relaciona a ordem ao artigo 121 do Código Penal, que trata do crime de homicídio.
Por que o preso foi levado ao Presídio Militar Romão Gomes?
O boletim informa que o investigado é militar da reserva. Por esse motivo, uma equipe da Polícia Militar compareceu à delegacia para efetuar o transporte até o Presídio Militar Romão Gomes, na cidade de São Paulo.
O policial da reserva ficou sob custódia após o cumprimento das formalidades legais. O registro previa a apresentação do preso em audiência de custódia a partir das 9h desta terça-feira (04/08).
A audiência de custódia permite que a Justiça analise as circunstâncias da prisão e verifique a regularidade do cumprimento do mandado. A prisão preventiva não representa condenação. A responsabilidade criminal depende do avanço da investigação e das decisões judiciais posteriores.
Qual é a suspeita contra o policial da reserva?
A prisão integra a investigação sobre o homicídio de Berenice Ramos de Aguiar, segundo informação repassada à reportagem. O boletim de captura não detalha qual conduta é atribuída ao policial da reserva nem apresenta os elementos usados pela Justiça para autorizar a prisão preventiva.
O documento também não esclarece se o investigado teria participado da morte, do transporte do corpo, da ocultação de provas ou de outra etapa do crime. Esses pontos dependem do conteúdo do inquérito, que possui informações não descritas no registro da captura.
A ordem preventiva indica que a Justiça aceitou o pedido apresentado durante a investigação. O preso poderá prestar depoimento, apresentar sua versão dos fatos e exercer o direito à defesa.
O que aconteceu com a cozinheira Berenice?
Berenice Ramos de Aguiar tinha 60 anos e trabalhava como cozinheira em Ubatuba. Ela desapareceu no dia 30 de junho, após deixar o estabelecimento no qual prestava serviço na região de Ubatumirim.
O caso começou como desaparecimento, mas a Polícia Civil passou a tratar a hipótese de homicídio como principal linha de investigação. As equipes analisaram depoimentos, imagens de câmeras, registros de radares, dados telefônicos e trajetos de veículos relacionados às pessoas investigadas.
O Vale 360 News acompanhou as buscas e publicou a localização de um corpo na região de Serra d’Água, em Angra dos Reis, no dia 17 de julho.
O corpo estava em um penhasco de difícil acesso, perto da RJ-155. Equipes de São Paulo e do Rio de Janeiro participaram da operação, que exigiu apoio do Corpo de Bombeiros para a retirada da vítima.
No dia seguinte, a Polícia Civil confirmou que o corpo encontrado em Angra dos Reis era de Berenice. O filho da cozinheira fez o reconhecimento, enquanto o Instituto Médico Legal manteve os exames técnicos para apurar a causa da morte.
Quem mais foi presa na investigação da morte de Berenice?
A ex-patroa de Berenice já havia sido presa temporariamente no dia 10 de julho, durante a Operação Último Rastro. A ação da Polícia Civil incluiu mandados de busca e apreensão em Ubatuba.
O Vale 360 News publicou os detalhes sobre a prisão da ex-patroa de Berenice e a apreensão de dois carros. Armas, aparelhos celulares e um passaporte também passaram para a custódia da polícia.
Um homem apareceu como investigado naquele boletim após o descarte de um aparelho celular em uma área de mata. O registro daquela operação não apontava ordem de prisão contra ele.
A ex-patroa aparecia como principal investigada na fase inicial do inquérito. A prisão do policial da reserva acrescenta outro suspeito à apuração e amplia a necessidade de a Polícia Civil esclarecer a atuação atribuída a cada pessoa.
Quais provas a Polícia Civil analisa no caso Berenice?
A investigação reuniu veículos, celulares e outros objetos apreendidos durante as operações. Os policiais também cruzaram registros de deslocamento com as versões apresentadas pelas pessoas ouvidas.
Cães farejadores apontaram a presença de possíveis vestígios de sangue em uma caminhonete apreendida. O uso de luminol indicou maior concentração no banco do passageiro, mas a identificação do material dependia dos laudos laboratoriais.
O Vale 360 News publicou uma matéria sobre os vestígios de sangue localizados no veículo ligado à investigação. A presença do material, de forma isolada, não identifica a vítima nem define a participação de cada suspeito.
Os laudos periciais, os dados dos aparelhos celulares e os registros dos veículos podem ajudar a polícia a reconstruir a rota entre Ubatuba e Angra dos Reis. A investigação também precisa esclarecer o local da morte, a motivação do crime e a forma como o corpo chegou ao penhasco.
O que falta esclarecer após a nova prisão?
A Polícia Civil precisa detalhar qual vínculo o policial da reserva tinha com os demais investigados e qual participação ele teria no homicídio. O boletim de captura não apresenta essas respostas.
Também falta esclarecer a causa da morte de Berenice e o resultado definitivo dos exames feitos nos veículos e objetos apreendidos. A apuração deve comparar os laudos com depoimentos, imagens, dados telefônicos e registros de deslocamento.
A prisão preventiva permite que o investigado permaneça sob custódia enquanto a Justiça considera presentes os requisitos legais da medida. A ordem pode passar por nova análise conforme o avanço do processo.
Até uma decisão judicial definitiva, todos os investigados conservam a presunção de inocência. A prisão cautelar não comprova culpa nem substitui o julgamento do caso.

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Perguntas frequentes sobre a prisão no caso Berenice
Quem foi preso no caso da cozinheira Berenice?
Um policial militar da reserva, de 55 anos, foi preso preventivamente em Ubatuba sob suspeita de participação no homicídio.
Onde ocorreu a prisão do policial da reserva?
A Polícia Civil localizou o investigado em uma residência na região da Praia do Estaleiro, em Ubatumirim, no norte de Ubatuba.
Qual delegacia cumpriu o mandado?
Policiais civis da DIG e da Dise da Delegacia Seccional de São Sebastião cumpriram a ordem de prisão preventiva.
Para onde o policial da reserva foi levado?
Uma equipe da Polícia Militar conduziu o preso ao Presídio Militar Romão Gomes, na cidade de São Paulo.
A prisão preventiva significa que o suspeito foi condenado?
Não. A prisão preventiva é uma medida cautelar e não representa condenação. A culpa depende de decisão judicial definitiva.
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Fundador e jornalista do Vale 360 News. Especialista em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais, com passagens pelas Rádios Globo e CBN do Grupo Globo e pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde atuou como Chefe de Reportagem, apresentador, repórter e produtor. Cobre o Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo.

